sábado, 27 de abril de 2013

O DISCURSO POLÉMICO anotado e criticado!



E então é assim que a gente pode ler e analisar e fazer observações com o respeito devido e a vénia adequada ao mais polémico discurso que S.Exª o PR proferiu a 25/4/2013 na Assembleia da República.

 Os meus comentários vão entre chavetas...e escritos em português.



“É indiscutível que a execução do Programa tem revelado consequências gravosas, que se fazem sentir duramente no dia-a-dia dos Portugueses, em especial daqueles que não têm emprego. Mas, com idêntica imparcialidade, devemos também reconhecer os objetivos alcançados.
       
   [perguntaria: não temos vergonha de dizer que objectivos foram
    alcançados?]


Entre esses objetivos, importa destacar o equilíbrio das contas externas, um resultado que não era atingido desde há muito. De uma situação crónica de desequilíbrio, Portugal passou, em 2012, para uma situação excedentária na sua capacidade de financiamento ao exterior.

… … 

Contudo, não podemos esquecer que uma parte do ajustamento das contas externas se está a realizar por via da redução das importações, devido à quebra acentuada da procura interna, fruto, em boa medida, da redução do rendimento disponível das famílias, das dificuldades de crédito das empresas e da incerteza e falta de confiança dos investidores.
      
   [pois, assim os objectivos foram alcançados...e o PR mantém-se
    impávido e sereno confirmando a pulhice do modo de alcançar!]

Por outro lado, através da execução do Programa foi possível reforçar a solidez do sistema bancário 
        
   [a que custo para os Cidadãos, não interessa?! Somos todos
    accionistas, ou essas contas...não interessa fazer?].

Os bancos foram recapitalizados e apresentam hoje bons rácios de solvabilidade. Os Portugueses têm razões para manter a confiança no nosso sistema bancário.
        
   [só a brincar, digo eu! O PR gosta muito de eufemismos!]

… … O facto de as unidades produtivas, que exportam bens e serviços e que criam riqueza e emprego, suportarem encargos de juro muito superiores às suas congéneres europeias prejudica seriamente a sua competitividade, afeta as decisões de investimento e, no limite, põe em causa a sua própria sobrevivência.

        [em que ficamos?! As políticas prosseguidas são excelentes - é isso?
         - e merecem a apressada reafirmação a confiança presidencial!?]
… … 

Os consensos políticos

       [quais?! Belém ainda fica no País?!]

e sociais alcançados contribuem para vencer os desafios que Portugal enfrenta e também para o modo positivo como os credores e os mercados avaliam a execução do Programa de Assistência Financeira.
      
       [os Cidadãos e o seu “Presidente” não têm de avaliar?!]

Este fator, aliado a uma maior determinação do Banco Central Europeu na defesa do euro, conduziu a uma descida muito expressiva das taxas de juro da dívida pública. Abrem-se, assim, boas perspetivas de regresso de Portugal aos mercados de financiamento externo no prazo previsto, um objetivo central do Programa com vista a garantir a liquidez imprescindível à atividade económica e ao funcionamento do Estado.
      
      [ou seja: “bar aberto” para mais dívida?! "Boas perspectivas" - diz
       sexa.! Vamos continuar a endividar-nos...não foi este PR que falou
       em espiral recessiva ou coisa assim? Ou estava a falar de
       geometrias?! Ou foi outra pessoa e eu começo a ficar baralhado dos
       neurónios?!]

Dois anos decorridos sobre a concretização do Programa de Assistência Financeira, o reconhecimento objetivo de aspetos positivos não nos deve desviar a atenção do problema mais dramático que Portugal enfrenta: o agravamento do desemprego e o aumento do risco de pobreza, em resultado de uma recessão económica cuja dimensão ultrapassa, em muito, as previsões iniciais.
       
     [eu também acho! Mas, parafraseando sexa., "- Eu já disse isto!
      Estavam distraídos?]

O combate ao desemprego deve ser uma prioridade da ação governativa.
      
   [o PR tem os livros...mas todos sabemos disto!
    Òbviamente, de modo empírico! Não temos cátedra no quelhas!]

Esta destruição de capital humano coloca graves problemas pessoais, familiares e sociais, tendo ainda um impacto muito negativo sobre o crescimento potencial da nossa economia.
       
   [e da nossa Democracia? Não?! Aqui convém ter em conta as
    "lágrimas do crocodilo", como sói dizer-se!]
… …
O efeito recessivo das medidas de austeridade inicialmente estabelecidas revelou-se superior ao previsto, provavelmente por falhas nas estimativas.
     
   [quem diria?! Não se estava mesmo a ver?! É preciso ser professor de
     economia?"Falhas nas estimativas" é uma forma de designar a incom-
     petência dos executores?! Acho eu!]

A esse efeito somou-se uma conjuntura económica europeia mais adversa do que era esperado, designadamente em Espanha, o nosso principal parceiro comercial.
    
    [falta de atenção?! Ou incompetência?! Basta “frequentar” os boletins
     do INE!]

Assim, alguns dos pressupostos do Programa não se revelaram ajustados à evolução da realidade, o que suscita a interrogação sobre se a «troika» não os deveria ter tido em conta mais cedo.
    
    [e o governo não deveria ter-se imposto? Consta que o gaspar é muito
     conceituado! Ou isto é o velho modo de "lavar mais branco"?
     Parece que o governo (?) ficou calado? Incompetência…ou outras
     coisas que não se devem trazer à colação?!]

Na verdade, o impacto recessivo das medidas de austeridade e a revisão, para pior, da conjuntura internacional têm afetado de forma muito significativa o esforço de consolidação orçamental, nomeadamente a redução do défice e a contenção do crescimento da dívida pública.
   
    [apercebeu-se agora o PR - que é licenciado e doutorado e catedrático
     nestas coisas?! Não puxou dos “galões” oportunamente junto do PM e
     do MF para lhe segredar uns conselhozitos em pró da defesa do País,
     dos Cidadãos? Às quintas-feiras é só chá? Não dá p'ra uma "explica-
     çãozita", digamos, "pro bono"?!]

Neste contexto, as metas iniciais do défice público revelaram-se uma impossibilidade e acabaram por ser revistas. Agora, prevê-se que apenas em 2015 Portugal deixará de se encontrar numa situação de défice excessivo.
  
   [e agora prevê-se com o mesmo excel ou com outro corrigido? É que
    estamos a escutar esta conversa há 3 anos…já chega de previsões!
   A dívida é I-M-P-A-G-Á-V-E-L!! Basta fazer contas! “Qual foi a parte
   despercebida”?!]
… …

Significa isto que, depois do Programa de Ajustamento, Portugal, à semelhança de todos os outros países da Zona Euro, continuará sujeito a um acompanhamento rigoroso por parte das autoridades europeias, de modo a garantir o cumprimento das regras de equilíbrio orçamental e de sustentabilidade da dívida pública.
  
   [esperemos que a algoritmia seja correcta e que haja política e Cidadãos
    nos quadros de decisão e não apenas abstractos números e médias e
    prospectivas!]

Neste cenário, é uma ilusão pensar que as exigências de rigor orçamental irão desaparecer no fim do Programa de Ajustamento, em meados de 2014.

  [a ilusão é o PR pensar estar a falar sério de coisas muito sérias! Só
   pode estar a brincar! Soletro: A dívida é I-M-P-A-G-Á-V-E-L!! “Qual
   a parte que não entendeu"?! O “soletro”?! Quer dizer: letra a letra!!
   Não percebeu?! Não: não é em “letras”! É mesmo em metal! Ou bits
   – que é assim que a dívida funciona, actualmente!]

Com efeito, nos termos do Tratado Orçamental, o País terá de assegurar um défice estrutural não superior a 0,5 por cento do PIB e o rácio da dívida pública de 124 por cento, previsto para 2014, terá de convergir no futuro para 60 por cento. Para alcançar estes objetivos
  
   [e porquê estes?! Não seria mais “interessante” dizer que os Países
    não deverão ter desemprego? e deverão ter CIDADÃOS não
    descartáveis?!]

,Portugal terá de manter superavites [?!] primários
 
   [ainda por cima primários!? Isto é mesmo conversa do quelhas!]

muito significativos durante um longo período.

Tudo isto se irá processar num quadro em que já não beneficiaremos
  
   [esta de beneficiar…estamos conversados! O PR deve estar "a ver
    coisas"!  Quem é o beneficiário?! A banca “recapitalizou-se” à
    custa de quem? Quem são os beneficiários na óptica de Belém?!
    Os CIDADÃOS?!]

de empréstimos externos nos moldes até agora praticados, ficando inteiramente dependentes dos mercados para satisfazer as necessidades de financiamento da economia e do Estado. É fundamental que todos os Portugueses estejam bem conscientes desta realidade.
  
   [estar … até estão, ao que parece! Depois de sabermos que fomos
   roubados, espoliados e agora com este beneplácito de Belém…
   conscientes estamos; que se há-de fazer quando o mês é maior
   que a mealha?! Conscientes, roubados, espoliados, desgovernados
   e sem esperança, como culminará sexa no discurso!
   I-N-D-I-G-N-A-D-O-S, é como os Portugueses estão!!]
… … …

Sejam quais forem esses calendários
   
   [depende das previsões dos PAEFs, não é?! São sempre instrumentos
    falíveis nas mãos de gaspares e quejandos!]

,sejam quais forem os resultados das eleições

   [isto é ameaça?! Chegámos a este ponto, senhor PR?! É que com
   eleições pode haver escolhas, e podemos decidir não pagar como
   os “mercados” querem, mas como os C-I-D-A-D-Ã-O-S podem e
   decidirem que é devido! Dos cobardes…a História não regista os
   actos!!]

, o futuro de Portugal implica uma estratégia de médio prazo que tenha em atenção os grandes desafios

   [nomeadamente: atender aos C-I-D-A-D-Ã-O-S!]

que iremos enfrentar mesmo depois de concluído o Programa de Assistência Financeira em vigor.    
  
   [disse “assistência” ou era esbulho programado?!] 

Nessa altura, o País tem de estar em condições estruturais de credibilidade e governabilidade capazes de garantir a confiança das instituições da União Europeia e dos mercados financeiros
     
   [e dos C-I-D-A-D-Ã-O-S, não?!]

, pelo que, no plano político, é imperioso preservar a capacidade de gerar consensos em torno do caminho a seguir para alcançar os grandes objetivos nacionais.
 
   [quais são os objectivos e o caminho?! - acho que a ordem dos termos
   é esta – Não haverá C-I-D-A-D-A-N-I-A e D-I-G-N-I-D-A-D-E como
   objectivos? É só mercados? Em caso afirmativo, o PR está no lugar
   errado?!]

Se se persistir numa visão imediatista, se prevalecer uma lógica de crispação política em torno de questões que pouco dizem aos Portugueses
 
   [para já: o que é crispação política?; em segundo lugar: o que é
    que diz pouco aos portugueses? Alternativas de objectivos e de
    caminhos diz alguma coisa a sexa?!]

, de nada valerá ganhar ou perder eleições
 
  [mas é disso que se faz D-E-M-O-C-R-A-C-I-A, ou o PR está “noutra”?!
   É grave a afirmativa!!]

, de nada valerá integrar o Governo ou estar na Oposição.

  [ai, vale, vale! Não percebeu, vexa, que estar no G-O-V-E-R-N-O
  é deter o comando da P-O-L-Í-T-I-C-A?! Há uma “pequena” diferença
  D-E-M-O-C-R-Á-T-I-C-A na concepção das coisas da polis!!]

É essencial que, de uma vez por todas, se compreenda que a conflitualidade permanente e a ausência de consensos
 
  [que consensos?! Estar sempre de acordo com o gaspar,
   o incompetente?! “Alho Rogoff” com halitose?!]

irão penalizar os próprios agentes políticos mas, acima de tudo, irão afetar gravemente o interesse nacional

  [qual interesse nacional? O PR é detentor dele? Quem lhe deu o
   mandato para a sua definição? Não basta ler a Constituição?!]

, agravando a situação dos que não têm emprego ou dos que foram lesados nos seus rendimentos, e comprometendo, por muitos e muitos anos, o futuro das novas gerações.
 
   [afinal, quem agravou por erro nas contas e previsões…vexa já o
   indigitou, ou começa a dislexia do costume?!]

É indiscutível que se instalou na sociedade portuguesa uma «fadiga de austeridade», associada à incerteza sobre se os sacrifícios feitos são suficientes
   
    [ainda mais?! Ai há incertezas?! E agora é que avisa?!
     Ou também estávamos distraídos?!]

e, mais do que isso, se estão a valer a pena.
   
   [acha? Então não será altura de apear os “treinadores” que levam
   à fadiga?! Não estará aí o interesse nacional?]

Estas são interrogações legítimas, que todos têm o direito de colocar
 
   [colocar adonde? Em Português corrente – sem novo acordo –
   não se diz que se coloca uma interrogação; uma interrogação faz-se]

. Mas, do mesmo modo que não se pode negar o facto de os Portugueses estarem cansados de austeridade, não se deve explorar politicamente a ansiedade e a inquietação dos nossos concidadãos.
    
     [mas quem explora? Não é o dito desgoverno de PC e gaspar que
      inquietam e desesperam?! Não era por aí que devia começar a
      “desinquietar” os Portugueses?! Ou não quer ver ou está cego de
      paixão tecnocrática em que custa dar o braço a torcer à evidência
      do erro – “eu não erro, raramente me engano”…e não quero
      demonstrar que os compadres de ofício são seres sujeitos ao erro:
      nós, os cientistas da economia não erramos! A sociedade é que não
      se ajusta aos nossos "modelos” matemáticos!]

Reafirmo a minha profunda convicção de que Portugal não está em condições de juntar uma grave crise política à crise económica e social em que está mergulhado.
  
    [o que é uma grave crise política? O exercício basilar da
    D-E-M-O-C-R-A-C-I-A é o voto! A incompreensão disto destitui
    o direito a ser seu representante! Qual foi a parte que vexa não
    entendeu?]

Regrediríamos para uma situação pior do que aquela em que nos encontramos.
     
    [certo? E se o “modelo” a executar fosse outro? Sabe que a
     Alemanha teve por duas vezes a sua dívida perdoada em parte?
     Sabe que a Alemanha esteve várias vezes em incumprimento das
     suas obrigações financeiras para com a Europa? Sabe que ainda
     não ressarciu todos os que estropiou para alargamento do seu espaço
     vital?! Sabe que foi dos primeiros Estados da U E a incumprir a regra
     do deficit e todos lhe perdoaram? Sabe um pouco  de História?]

A Assembleia da República, através da respetiva comissão parlamentar, pode contribuir para consciencializar os Portugueses para as exigências com que Portugal será confrontado no período pós-troika.
  
   [não é necessário que vexa instrua a AR! A AR é emanação do Povo
   – às vezes desvia-se do mandato, como é óbvio hoje, com a deputação
   detentora de escondidos programas!]

É decisivo para o nosso futuro coletivo que essas exigências sejam devidamente tidas em conta nas estratégias político-partidárias.
  
   [e os Partidos precisam destes recados ou são uns clubezinhos de
    interesses privados e inconscientes dos seus deveres para com os
   C-I-D-A-D-Ã-O-S! – às vezes, até parece! Já viu essa da disciplina
   partidária se não é equivalente à “admissão só para cavalheiros”?!]

Em nome dos Portugueses, é essencial alcançar um consenso
  
   [e sexa a dar-lhe! Esta do consenso começa a ter laivos de obsessão!]

político alargado que garanta que, quaisquer que sejam as conceções político-ideológicas,
  
   [vai ser indigna a opção política? Onde já vimos isto? Vamos chegar
    ao “- Isso, ensinem-nos a ler e depois vejam quem guarda os porcos”?]

quaisquer que sejam os partidos que se encontrem no Governo, o País, depois de encerrado o atual ciclo do programa de ajustamento,
 
   [ajustamento: é uma questão de mais furo menos furo no cinto!
   O meu já deu o que tinha a dar! Já é mais furo que cinto!]

adotará políticas compatíveis com as regras fixadas no Tratado Orçamental que Portugal subscreveu.   
  
    [e o dito tratado não vai a votos? É assim: eles disseram e nós
    obedecemos? Democràticamente, entenda-se!]
… … … 

É usual dividir-se um programa de estabilização financeira em três fases: a primeira é a de emergência, quando tem de se atuar rapidamente e com a maior energia para estancar a hemorragia e salvar o doente
  
    [isto até parece Medicina, da boa! A economia é assim:
    à falta de ciência…plagia!]

; a segunda fase é a da implementação das reformas que promovam o saneamento das contas públicas e a competitividade da economia; a terceira fase é a da tomada de medidas de relançamento da economia, para que a cura não acabe por matar o doente
  
    [idem!! Vexa sabe! De Médicos e de loucos todos temos um pouco,
    não é?!].

Apesar das dificuldades e da necessidade de prosseguir esforços no domínio da consolidação orçamental, não é possível adiar a entrada de Portugal na terceira fase
  
   [chegamos lá, à dita terceira fase, com estes tontos a desgovernar
    o País? O Kruggman parece que diverge!! Ou ele não pertence ao
   grupo restrito que vexa frequenta? Não estudou no quelhas?!
   Ah! Então é isso! É uma questão de fé? Bem me parecia que vexa
   não estava em Belém por acaso! Modéstia, não é?] .

Sem crescimento económico, não haverá consolidação orçamental sustentável e de longo prazo.
  
   [à colação, ràpidamente, o La Palice!]

De entre os fatores relevantes para o crescimento económico, destaco a competitividade e estabilidade do sistema fiscal, pelo papel que pode desempenhar na captação de investimento.
  
   [eu também destaco! Com a diferença: não incluir o empobrecimento
    dos trabalhadores no conjunto dos factores de incremento da
    competitividade! É uma coisa cá muito minha, que eu não frequentei
    o quelhas!]

Por outro lado, seria conveniente que o Orçamento de Estado deixasse de ser um instrumento para alterações profundas do sistema fiscal,
  
   [eu também acho…e o TC parce que é intermitente nestas coisas,
    mas acompanha-nos, se me é permitido o plural]

devendo servir apenas para ajustamentos
  
   [sem gravames de DIGNIDADE?! Estamos de acordo!]

em função da conjuntura. A segurança jurídica e a competitividade e previsibilidade fiscal são elementos decisivos para as decisões dos agentes económicos e, logo, para o crescimento do País.
  
   [e os C-I-D-A-D-Ã-O-S? onde estão na equação?! Ah! O TC!]

… Após algumas hesitações
  
   [ou I-N-C-O-M-P-E-T-Ê-N-C-I-A?]

iniciais, a União Europeia começa a perceber
  
   [??? A U E a perceber ??? E o gaspar? Era importante, não acha?!]

que os problemas verificados em alguns países são problemas que a todos afetam e que a crise na Zona Euro não se resolve apenas com a imposição de políticas de austeridade e a aplicação de sanções aos Estados com défices excessivos.
  
   [agora que “toca” ao centrão europeu e aos mais gelados,
    por tabela!!! Empirismo, não é??]
… … …

Apesar dos desenvolvimentos
  
   [adonde? quando? Então não é a terceira fase??]

recentes, temos de reconhecer que esta crise veio expor sérias fragilidades da União. Para além da lentidão e tibieza
  
   [psicologia? o gaspar...sempre se confirma?! Ah! Não é ele?!]

na resposta à crise do euro, o maior fracasso da União Europeia residiu – e reside – na promoção do crescimento económico e do emprego.
  
    [esta é de estalo!! E-V-I-D-E-N-T-E!!! Diria "na falta de...etc.!
    Ficava melhor o texto!]
… … …

Podemos dizer que a União Europeia falhou
  
   [a sério? Então eles não ouviram vexa?? Desconsideração?!
    E a mensagem de ano-novo?! Também não?!]

na coordenação das políticas económicas. Quando, aos países que executam programas de consolidação dos défices públicos, se juntam políticas contracionistas nos outros Estados membros, é óbvio que a consequência será uma recessão no conjunto da União, como agora se está a verificar.
  
    [quem diria? Há muito se sabia – e os do Eurogrupo e dos Ecofin
    não sabiam?? É o que faz as decisões tomadas nas madrugadas
    de sábado! São mesmo inconscientes! "Encharcam-se" e depois
    dá nisto!]

Por sua vez, o Quadro Financeiro Plurianual 2014-2020, aprovado pelo Conselho Europeu no passado mês de fevereiro, embora tenha deixado Portugal numa posição mais favorável do que aquela que resultava das propostas iniciais, não corresponde, de modo algum, à resposta europeia exigida pela situação económica e social da União.
  
   [o melhor é mandar por escrito! “Verba volant! Scripta manent!”]

O Parlamento Europeu tem denunciado essa insuficiência de uma forma clara e inequívoca.
  
   [o DCIAP pronunciou-se sobre a denúncia?!Está em segredo de
    justiça?! Ah, bom!]

Note-se ainda que a União Europeia e o Fundo Monetário Internacional, na conceção dos ajustamentos negociados com os países em dificuldades de financiamento, não tiveram em devida conta o impacto recessivo das medidas propostas e as suas consequências.
   
    [I-N-C-O-M-P-E-T-Ê-N-C-I-A!! F-A-L-T-A D-E V-I-S-Ã-O!!
     E o PR admite que o governo lhes obedeça e reafirma-lhes a
     confiança! Afinal…]

As instituições financeiras internacionais, fazendo uso da sua força persuasiva
  
   [assim como um corpo de intervenção em frente do Pessoa, não?!
    Ou mais no estilo em frente da AR?!]

enquanto credores, terão induzido os governos dos países
  
    [e estes são acéfalos ou disléxicos como o gaspar?
    e eles deixam-se iduzir?! ] 

em dificuldades a aplicarem medidas que violam regras básicas de equidade, regras que constituem alicerces das sociedades democráticas contemporâneas. Ameaçando a coesão e a paz social, perturbaram a estabilidade das democracias constitucionais e geraram novos sentimentos antieuropeus.

   [quem diria?! E não há alternativas, conforme sexa ameaça!
    Façam o que fizerem, com ou sem eleições, no “activo” ou na
    oposição, “é comer e calar”!!! E isto é o PR a dizer!!
    Olha se fosse eu!?]

Em matéria fiscal, princípios essenciais de justiça foram esquecidos, exigindo-se sacrifícios muito diferentes a cidadãos que se encontram na mesma posição quanto aos fatores relevantes de bem-estar
  
   [ena pá, aqui estão a tocar no que é meu! E por cá?!
    sexa encheu o peito e mandou tudo para o TC! Olhe que os do
    costume dizem que vão fazer o mesmo no "rectificativo"! Vai um
    pedido de fiscalização preventiva...ou é só fé??]

. A decisão do Eurogrupo sobre Chipre
  
   [estilo BPN, mais gravoso?! Não?!]

foi o caso mais recente, com consequências nocivas para a adesão dos cidadãos ao projeto europeu.    
  
   [isto é um caso de INTERPOL! Ou não?! vexa acha isso?!
    e vai mandar-lhes o recado ou fica pela retórica?!]
… … … 

Atualmente, com 26 milhões de desempregados, a Europa põe em causa a dignidade de um número vastíssimo de seres humanos. É urgente inverter esta situação, é urgente repensar o rumo que tem vindo a ser seguido para vencer a crise do euro. "
  
   [APLAUSOS! Vamos a eleições, consequentemente – diria eu!!!]
… … …”

[Fim de citações; os comentários estão assinalados entre chavetas].

E disse! É este discurso que causa tanta celeuma?! Por que será??
Não sabe ler?? O PR deu uma no cravo e outra na ferradura! (Não admira: o gaspar não pára quieto!)

Nota 1: critiquei o texto sempre dele acompanhado para não ser acusado de descontextualização! Assim, fica demonstrada a honestidade intelectual da crítica!

Nota 2: foi "a céu coberto"...e o larídeo ficou cá fora!









quinta-feira, 18 de abril de 2013

QUAL FOI A PARTE QUE NÃO PERCEBERAM ?

A 10 ou 20 anos, mais "alisamento", menos "alisamento", será que o Povo aguenta?! Podem negociar o que quiserem com troicas e outros "malvados" quejandos...as contas simples da aritmética da Senhora Dª Amélia dão os resultados que seguem - entenda-se: SÓ a parte da DÍVIDA dita PÚBLICA, ou seja, sem contar com o acervo habitual de impostos e demais espoliações que o louco - por evidência - (de obsessão - doença do foro psiquiátrico catalogada) nos vai impondo por via da democracia que temos que não há meio de o descolar! E o hierático ainda lhe reafirma confiança!!!! O que andam a negociar é um ROUBO, e depois chamam-lhe ajustamento! "-Puta qu'os pariu!" diria o Zé...se o deixassem falar sobre a senhora que os pôs! Nem o Salazar foi tão longe! E ainda há quem o defenda e mais ao nosso senhor de belém!

O patrício consegue pagar isto e os demais impostos?! Relembre só os valores médios mensais a pagar para esta dívida "pública"! Fora impostos! E aguenta?!

E querem reuniões de urgência? P'ra quê? Qual é a pressa? É altura de dizer que isto é IMPAGÁVEL! (ao etíope, ao careca e ao estrangeiro!). Que Auschwitz não é aqui! E que repetições dão direito a uma cadeirinha no Tribunal de Haia! (Ou isto não é extermínio?!)

Saúde!



Dívida Pública=
Juro 189 731 044 440
0,043 Anuidade Juros a pagar Total a pagar Mensal/Família
1 18 973 104 444 7 342 591 420 26 315 695 864 877,19
2 18 973 104 444 6 526 747 929 25 499 852 373 850,00
3 18 973 104 444 5 710 904 438 24 684 008 882 822,80
4 18 973 104 444 4 895 060 947 23 868 165 391 795,61
5 18 973 104 444 4 079 217 455 23 052 321 899 768,41
6 18 973 104 444 3 263 373 964 22 236 478 408 741,22
7 18 973 104 444 2 447 530 473 21 420 634 917 714,02
8 18 973 104 444 1 631 686 982 20 604 791 426 686,83
9 18 973 104 444 815 843 491 19 788 947 935 659,63
10 18 973 104 444 0 18 973 104 444 632,44
36 712 957 099 226 444 001 539
Juro efectivo= 19,35% 119,35%
A pagar/português= 22 644,40
A pagar/família= 90 577,60
Mensal/Família= 754,81
Juro= Dívida Pública=
0,043 189 731 044 440 População = 10.000.000 Famílias = 2.500.000
Anos Anuidade Juros A pagar Mensal/Família
1 9 486 552 222 7 750 513 165,37 17 237 065 387,37 574,57
2 9 486 552 222 7 342 591 419,83 16 829 143 641,83 560,97
3 9 486 552 222 6 934 669 674,28 16 421 221 896,28 547,37
4 9 486 552 222 6 526 747 928,74 16 013 300 150,74 533,78
5 9 486 552 222 6 118 826 183,19 15 605 378 405,19 520,18
6 9 486 552 222 5 710 904 437,64 15 197 456 659,64 506,58
7 9 486 552 222 5 302 982 692,10 14 789 534 914,10 492,98
8 9 486 552 222 4 895 060 946,55 14 381 613 168,55 479,39
9 9 486 552 222 4 487 139 201,01 13 973 691 423,01 465,79
10 9 486 552 222 4 079 217 455,46 13 565 769 677,46 452,19
11 9 486 552 222 3 671 295 709,91 13 157 847 931,91 438,59
12 9 486 552 222 3 263 373 964,37 12 749 926 186,37 425,00
13 9 486 552 222 2 855 452 218,82 12 342 004 440,82 411,40
14 9 486 552 222 2 447 530 473,28 11 934 082 695,28 397,80
15 9 486 552 222 2 039 608 727,73 11 526 160 949,73 384,21
16 9 486 552 222 1 631 686 982,18 11 118 239 204,18 370,61
17 9 486 552 222 1 223 765 236,64 10 710 317 458,64 357,01
18 9 486 552 222 815 843 491,09 10 302 395 713,09 343,41
19 9 486 552 222 407 921 745,55 9 894 473 967,55 329,82
20 9 486 552 222 0,00 9 486 552 222,00 316,22
189 731 044 440 77 505 131 653,74 267 236 176 093,74
Juro efectivo= 40,85%
Média total a pagar/Português= 26 723,62
Média total a pagar/Família= 106 894,47
Média Mensal/Família= 445,39

quinta-feira, 11 de abril de 2013

NÓS, OS CIDADÃOS DA EUROPA

Há sonhos que a gente tem e que permanecem, mesmo depois de acordados, como arquétipos de beleza.

A União Europeia é um desses sonhos!

Só que estamos a ser bombardeados por interesses estranhos que pretendem trazer-nos de volta tudo o que a Europa significou de horror!

Nós, o POVO da EUROPA, não devemos permitir isso!

Teremos que manter em baixo a cerviz daqueles serventuários de interesses financeiros obscuros - sabemos o que pretendem! - que desgovernam os nossos Países!

Vivíamos suficientemente bem a caminho de uma Europa Unida em todos os seus quadrantes e qualidades e defeitos! Mas sonhávamos!

É bom dar a volta a este espaço civilizacional em que nos confrontamos com diversas gentes e costumes mas que mantêm um laço de identidade comum: a força da sua liberdade!

Vamos permitir que tudo seja destruído?! NÃO!

É bom sair de uma Lisboa ocidental e chegar a um Oriente mais distante, a um Norte mais frio, a um Ocidente mais longínquo, a um Sul mais vivo e cálido...sem ter de passar por "guardas de fronteira"!`É um espaço COMUM, NOSSO, sem grades a atravessar, sem sobressaltos de espera de indignidade!

Somos CIDADÃOS deste ESPAÇO COMUM! Não somos meros turistas! Exijamos a quem nos governa (ou que diz que o faz) que não destrua este encanto de um espaço COMUM em que a IGUALDADE É a CIDADANIA ... e a DIFERENÇA apenas uma forma de vivenciar o tempo e que constitui a NOSSA RIQUEZA!

Não queremos imposições e chantagens de serventuários de um País sobre outro País!

Tu tens mais dinheiro...eu tenho mais Sol! Trocamos, permutamos, usufruímos em conjunto?! Ou somos, NÓS, os CIDADÃOS, ESCRAVOS vendáveis e permutáveis em bolsas de valores?!

Queremos uma EUROPA UNIDA, NÓS os CIDADÃOS EUROPEUS!

Não admitimos a vassalagem de uma Nação a outra, seja por que motivo for! EXIGIMOS, NÓS, os CIDADÃOS EUROPEUS, a segregação de interesses financeiros escusos, obscuros, das negociações entre as nossas NAÇÕES!

Dizemos NÃO a negociações feitas por quem não tem o voto dos CIDADÃOS EUROPEUS para as conduzir - e NÃO admitimos o seu CONDICIONAMENTO!

Os que podem aos que precisam em todo o momento e sempre!

NÃO admitimos que se NEGOCEIE o empobrecimento de qualquer espaço nacional nesta EUROPA UNIDA!

Exigimos o tratamento igual de TODAS as NAÇÕES e ESTADOS deste espaço europeu, NÓS, os CIDADÃOS EUROPEUS!

O desenvolvimento de espaços mais atrasados será objectivo de NÓS, os CIDADÃOS EUROPEUS!

Que se atinja a harmonia na EUROPA! Que NÃO haja castas entre as Nações Europeias! Não há EUROPEUS de 1ª ou de 2ª! Há CIDADÃOS da EUROPA! Os direitos dos Estados - face uns aos outros - são iguais! A soberania dos Povos da Europa assim o exige!

É de uma extrema indignidade o que se passa hoje diante dos nossos olhos, diante de nós, os CIDADÃOS da EUROPA: ver que se vende, se troca, se aposta, se joga com a vida das Nações na bolsa, nos ditos mercados! Apenas os donos da roleta financeira estão a ganhar à custa dos CIDADÃOS da EUROPA! E quando estão prestes a perder, põem os seus lacaios a ROUBAR os POVOS de forma a refazer os seus pecúlios de sangue!

BASTA! Mais um encontro de lacaios da roleta em Dublin!

NÓS, os CIDADÃOS da EUROPA, temos de dizer-lhes "RUA!" e apontar-lhes o caminho de saída dos lugares e funções que usurpam e de que se servem!

NÓS, os CIDADÃOS da EUROPA, temos de evitar, a todo o transe, que estes lacaios continuem em políticas de "crise de dívidas soberanas" pois NÓS, os CIDADADÃOS EUROPEUS não temos qualquer dívida soberana, e somos NÓS, os SOBERANOS, que o apregoamos para que não haja qualquer dúvida! Não fomos ouvidos na sua constituição e estão a ROUBAR-NOS e a destruir o sonho da EUROPA UNIDA para se locupletarem com o salário dos trabalhadores, com as pensões dos reformados! Estão a ROUBAR o nosso resto de futuro e o futuro total dos nossos Filhos e Netos!

Queremos uma EUROPA SOLIDÁRIA e não com o livro de caixa em deve-e-haver!

Todos queremos uma EUROPA com CIDADÃOS a viver com DIGNIDADE HUMANA! NÃO SOMOS MOEDA de TROCA de interesses de agiotas e de seus criados!

Se CHIPRE necessita, vamos ajudar CHIPRE! Se PORTUGAL necessita, vamos ajudar PORTUGAL! Se a ALEMANHA vier a precisar (já veio, e esqueceu-se!) vamos ajudar! França pode precisar mais cedo do que julga! Espanha está no inventário! A Bélgica anda tremida! A Itália está num farrapo! A Grécia...está desgraçada! A Irlanda parece que anda...mas não anda!

É ISTO a UNIÃO EUROPEIA, o livro-razão de um agiota qualquer!?

Acabemos de vez com o deve e haver entre NAÇÕES EUROPEIAS! A EUROPA é só uma! A EUROPA não é um livro de contas de mercearia!

Queremos o SONHO de volta! Queremos ter o FUTURO!

 Nós, os CIDADÃOS da EUROPA, assumimos o COMPROMISSO de TUDO FAZER para ESCORRAÇAR do poder estes vilões e ACABAR de VEZ com as suas vilanias!

Vamos afirmar-nos como CIDADÃOS EUROPEUS de IGUAL DIGNIDADE e não como fornecedores e clientes num qualquer estanco de esquina!

EUROPA UNIDA, SIM!

Outras políticas também! Não mais servis criados do ágio e da guerra entre CIDADÃOS EUROPEUS!

Proclamemos a nossa SOLIDARIEDADE e o FIM DO DEVE-E-HAVER entre NAÇÕES!

O HOMEM, o CIDADÃO, não pode estar numa coluna de uma folha de contabilidade!

Todos os Homens nascem e permanecem iguais em Direito e na sua DIGNIDADE! E assim as Nações! E assim os Estados!

Deixemo-nos de directórios! Entre Nações e Estados a DIGNIDADE é a mesma, e, nesta EUROPA só votámos em Parlamentos, não em esquemas de grupos de força!

NÓS, OS CIDADÃOS EUROPEUS, declaramos a IGUAL DIGNIDADE de TODAS as NAÇÕES  e a solidariedade entre elas; e ABOMINAMOS a espoliação de uns pelos outros!

NÓS, os CIDADÃOS da EUROPA, somos SOLIDÁRIOS!

Em Dublin - ou noutro sítio qualquer - não há "cheques em branco"!
 
Denunciemos os interesses do ágio como condicionante do desastre que nos assola!

Denunciemos os Ecofin e Eurogrupos como criados servis de interesses estranhos a NÓS, o POVO EUROPEU! As discussões destes senhores nada têm a ver connosco, os CIDADÃOS EUROPEUS, o POVO SOBERANO DA EUROPA!

POVO SOBERANO da EUROPA, digamos NÃO ao caos em que nos querem induzir!

Usemos todas as armas ao dispor para lutar contra estes usurpadores!

NÓS, o POVO SOBERANO da EUROPA, tudo faremos para apear esta corja de negociadores de vidas humanas!





terça-feira, 9 de abril de 2013

CHANTAGEM

Começo a não perceber o que significa CHANTAGEM ?

Será desculpa de mau-perdedor?

Ou quando estiver mesmo sem Norte, digo mal do TC e acuso-o pùblicamente de todas as desgraças vindouras?! Isto é só mau feitio ou completa INCOMPETÊNCIA?!

E os "parceiros" da dita União Europeia fazem CHANTAGEM?! Sobre nós?! Um Povo inteirinho e o PM nada diz? É este o Governo (?) que temos?

E o hierático Cavaco acha que isto é o normal funcionamento das instituições? Está peado porquê?!

CHANTAGEM?! Confiança política num PM que se arroga estar acima da Constituição reiteradamente!? E não foi sexa Cavaco que submeteu, também, a apreciação do TC o OE2013 (sucessivo, como Pilatos!)?

E não há alternativas?! E não foi publicitado que o OE2013 (antes desta chicana do PM) já estava obsoleto?! E o "buraco" não era enorme?! E os desvios multiplicam várias vezes as medidas declaradas inconstitucionais!

E o PR "fica-se"?!

É este o PM que nos representa na Europa?! E o gasparito cínico: "... que não engana, não mente, não ludibria"??

Então a "receita" enfia-nos cada vez mais num buraco mais fundo (até Marvão se volta do avesso com a água que o País mete!), o PR fala em espirais, o frasquilho em curvas de laffer, os ditos economistas por isto e por aquilo não se entendem...e vem o Krugman dizer "It's enough!" - e até é só Prémio Nobel, não deve a sua formação ao Povo Português nem tem de retribuir-lhe com a sua ciência - e fica tudo na mesma? Isto é, a caminho de mais pauperização, - que a cura não é esta!

O nosso senhor de Belém não vê - ou não quer ver - que este duo não é solução, é problema!? São a chacota (infeliz) interna e a anedota risível na União Europeia!

O PR precisa de quê para acabar com o "recreio" destes experimentalistas sociais: um, convencido da sua importância, ignorante de todo, e o outro louco assumidamente (veja-se a obsessão como evidência do diagnóstico)! Dão cabo do País e Belém mantém-se inerte?!

Já fizeram as contas para saber qual a dívida do País - a pública - e não viram que é IMPAGÁVEL? Que é IMORAL?! Que quem deve não é o Povo?!

Por que razão os bancos foram "recapitalizados"? Quem contribuiu para a recapitalização e se pretende que continue a contribuir, "doa o que doer"?!

Só agora é que entram em vigor novas regras na Europa?! Só agora descubriram a trafulhice que se esconde por detrás de negociatas PPP e demais invenções "tóxicas"? Só agora se vai dizer que os contribuintes não têm que suportar os custos dos desvarios do ágio (Deutsche Bank, por exemplo) quando começa a perceber-se que o mal não é um ponto cardeal mas sim uma atitude moral, uma ausência de ética, uma falta de escrúpulos, um desvergonhice inominável, um atentado à dignidade das pessoas!?

E temos por cá estes serventuários ou estes agentes do ágio a tentar "sacar" ao Povo aquilo que outros delapidaram!

Haverá gente mais digna para S. Bento!

Dá vontade de chorar viver em Portugal com esta tríade PR-PM-MF!

sexta-feira, 5 de abril de 2013

A ALEMANHA PERIFÉRICA


... vai dito, em nota anterior, que isto de periferia tem que se lhe diga! Deixando de ser um conceito físico-matemático-geográfico, e passando a valer o que valem as ratações das ditas empresas de notação, bem como critérios ditos financeiros, havemos de convir que a germânia - mesmo que revestida de mantos diáfanos (e isto não é qualquer brejeirice sobre a nudez da chancelerina!) - se encontra a braços com as imparidades - "conceito" que tem tradução em vulgar: aldrabices de contas - e demais e conexas desonestidades, alegadamente - friso alegadamente para evitar confusiones - detectadas no DEUTSCHE BANK! Meu Deus (que Deus me perdoe o uso do Seu nome no contexto!)! A Alemanha tem coisas destas?! E por demais na sua "joia da coroa"!? Quem diria?! Se isto é assim no Deutsche Bank, o que irá nos "landerbanks" (passe o neologismo!)? Será por isto que os ditos não sofreram testes de stress? (Este é outro conceito controvertido: os inanimados terem stress! A menos de correspondência à ulrichiana expressão de "aguenta"!). Tão cheiinho de produtos tóxicos -, alegadamente, segundo a comunicação social - que é outra forma de designar os desmandos dos sócios-gerentes do estanco germânico, que as contas não se aguentaram! ("Os Verdes" têm razão: não se deve usar produtos genèticamente modificados. Mas os da banca ainda não ligam muito ao "minuto verde"!) E agora, germânia, ufana da sua solidez e luterana existência?! Passou-se aos periféricos! Uma inspecçãozinha...e mudou de substância e ontologia, digamos! O que resultará de um aprofundamento de análise das contas - óbvio, por gente independente (não disse a goldman sachs por razões que parece serem óbvias, alegadamente, segundo a comunicação social - eu já pus esta ressalva?) - por exemplo, por representantes eleitos pelos pequenos depositantes cipríacos, só por exemplo e imparcialidade, 'tá bem de ver! E por representantes do Eire, da Esparta antiga e da nobre Atenas! E da Lusitânia? Seria a vingança dos PIGS?! Ou seria oportuna a cabal demonstração do assalto que os ditos robustos bancos da Europa - e certificados pela Goldman & Cª -perdida nas brumas do Norte Centro e que abomina a alegria e o sol do Sul, têm feito à demais periferia?! Não estaria mal visto! (Com o Constâncio não vale a pena contar, dada a miopia que o diminui nestas coisas de supervisão bancária! Digo eu, alegadamente, pois o BPN era português, e o BPP e ele não deu por nada, pois tinha uns consultores a soldo para os respectivos estudos de supervisão...e nada, e foi o que foi: uma raspadinha completa! Com o Draghi...é demasiado italiano para essa inspecção aos saldos; ele é mais assim para o negócio por grosso, como o BCE que tem máquinas como as do midas mas que ele se recusa a pôr em funcionamento não vá a merkel perder as eleições em setembro...se lá chegarmos!)

Até que enfim! Estamos bem acompanhados! Deutsche Bank über alles! Bem-vindo aos pigs! Alemanha, bem-vinda à periferia! Agora somos da mesma igualha!

Afinal isto de pepinos financeiros é contagioso, não é apenas doença endémica dos periféricos! Ou seja: é capaz de mutação genética esta coisa dos produtos tóxicos, especialmente na banca!

O BCE o que dirá? Ainda há depósitos no Deutsche Bank...ou foram avisados os interessados para emigrar para as virgens inglesas?! (as ilhas, entenda-se!).

Agora quem vai pagar o resgate?! Vale aqui a teoria cipríaca...ou foi remédio sem efeito e na germânia não passaria de placebo?! (este étimo ainda não o vi aplicado pelos do economês!). Será agora a vez dos eurobonds - essa panaceia só para comportadinhos e obedientes!?

O brocardo "não faças aos outros o que não queres que te façam a ti" será útil...vamos pensar nisso!


Nota: a chancelerina é mesmo assim? Ou é impressão internética com muito photoshop?! Não aprecio estas divulgações de intimidades públicas (passe a contradição dos termos!)! Mas mostrar a verdade de vez em quando tem a sua virtude!


quinta-feira, 4 de abril de 2013

À espera de ... T. C. !




Resurrexit, Alleluia!

Deixaram de sobrestar?! Vão finalmente dizer de sua justiça!? Todos tremem?!

Mesmo o Jurista Lomba perora sobre pressões! Basta não estar no vácuo! Princípio elementar! Mas que há coisas sobre que se deve manter reserva...há! Os meritíssimos são mesmo humanos ("humani nihil a me alieno puto") e é por causa disso que são sufragados - conquanto este sufrágio tenha muito que se lhe diga, acrescido da cooptação - para dar-se um "ar" de independência à hermenêutica justificatória do aresto!

(Cá eu vou fartar-me de rir com o dito acórdão mais a caterva de declarações de voto de vencidos! Seja em que sentido for, mas é um gáudio pesoal que tenho, especialmente abrindo a Constituição nos ditos artigos sub judice geradores de controvérsia e merítissima retórica informadora e enformadora - informadora, para nossa informação; enformadora para se adequar à forma pretendida!)

Nós, os galegos, que aprendemos a língua portuguesa escorreita e lídima e vera no berço e na Primária consequente, estamos cheios de vícios, dizem-nos falhos de literacia, pelo que temos de aguentar 3-meses-3 para saber que o que está escrito na Constituição não é bem assim - há sempre um Lomba que nos esclarece a ignorância! Até o PR teve de requerer a verificação de constitucionalidade do OE2013, depois de afirmar ter sérias dúvidas da concordância do dito com a substância! (Enfim: "lavou-se" com a sucessiva quando poderia ter-se louvado com a preventiva! Mas cada um é como cada qual! "Sai a acha à racha e maria a sua mãe" como se diz lhanamente no País iliterato!)

Como não tenho a veleidade de vir a ser cooptado, acho que o melhor é ir dizendo da pouca-vergonha que enforma e informa todos estes compressores e comprimidos de forma a "levar a vara ao rego" sem grande esforço! Com desculpas alheias se reveste a incompetência e o atrevimento!

(Se calhar o OE ser "chumbado", a desgraça do País é do TC! Se o não for, a desgraça do País é do Governo (?)! Mas será que ninguém enxerga a garotice de brincar às justiçazinhas convenientes?! Não compete ao Governo (?) não ofender a Constituição - e não ser reincidente no crime - e encontrar, ex ante, as soluções constitucionais e não atirar o barro à parede?!)

A propósito: suscitada a todos os Partidos Políticos a inconstitucionalidade originária de TODO o OE2013 - por violação da independência dos deputados, pela imposição da DISCIPLINA DE VOTO - "assobiaram para o ar" ou...  nim! Entendido?! Ou seja, há coacção e coacção: a boa coacção e a má coacção! Por isso, NIM! O TC só se pronuncia sobre artigos definidos!(a) E o processo como se obtém...NIM! Todavia, é crime, e plasmada na Constituição a NULIDADE de todas as leis votadas e demais actos praticados sob coacção! (Ver em nota anterior!). Por esta e por outras ... somos todos galegos! Todavia ... "habemus constitutione"!
(estamos em que o processo se dirimirá em Tribunal ... tal qual o "de" e o "da", que a Assembleia nada tem a ver com isso! São preciosismos de Cidadania incómoda exigir o respeito INTEGRAL pela LEI FUNDAMENTAL!)

Pena ter nascido desprovido de maior bestunto para entender todas estas prima-donas avessas a um Vieira fulminante ou a um Camilo autêntico! Mas careço de fulgor intelectual para sonhar revestir-me de becas temporárias!

Calistos?! É ver em nota anterior! Já os identifiquei! São outros, não são os galegos!

Até breve!

...e não desistam de ser Portugueses! Desistam é da desistência! Vamos pondo "o nome aos bois" de vez em quando, com o devido respeito pelos ditos e pelos nomes!

(a) Não, não são os "a" e "o" e respectivas formas plurais! Não, não são artigos de lingerie!(Isso "dava pano para mangas", já que nisso falamos! E não é assunto para o TC!) São os itens do diploma que se identificam assim!

terça-feira, 2 de abril de 2013

OS PAÍSES PERIFÉRICOS E AS PRESSÕES SOBRE O TRIBUNAL CONSTITUCIONAL

 
Será a adjectivação pejorativa?! Será meramente indicativa de localização?! Periférico de quê? A Grã Bretanha (ou Reino Unido) não é mais periférico?! A Bélgica, a Holanda, a Dinamarca não são a periferia terrestre a Norte da dita União Europeia? E que dizer das perifericíssimas  Suécia e Finlândia? A Estónia, a Letónia e a Lituânia não se situam na periferia do Báltico “europeu”?! A Polónia não é periférica?! E demais outros que não vale a pena trazer à colação!
Ser periférico tem algum mal? Não é da periferia que usufrui o centro a sua qualidade?!
Ende, o tratamento de “países periféricos”, da forma como vêm a ser entendidos, terá de ter outra conotação que não a de se situarem na periferia (do centro, passe a tautologia, p.f.).
Será que de Norte para Sul ninguém olha para trás para ver de onde vem? – exactamente: da periferia! Apenas os que têm periferia nela não estão! (o dom da ubiquidade é coisa de santo e não de País!)
O razoado tem o seu quê: como pode a albion afirmar não estar na periferia? (Verdade que é um elemento desconexo da união europeia – o mesmo se diria do Eire e de outros territórios mais alagados de mar por todos os lados (como Malta, Chipre…e todas as ilhas gregas e de outras “geografias” políticas!). Ou seja, pode ser ou não conexo, estar a Norte, a Oriente, a Sul ou Ocidente, e pode ser periférico! Pode – não quer dizer que o seja! (A Albion não o é, outrossim, a Dinamarca, a Holanda, a Bélgica, a Polónia, a Suécia ?!)
Aqui chegados, há-de concluir-se que a semântica é outra; ou seja o “conceito” de periférico prende-se com um significado subvertido do étimo.
Assim, parece que se vem considerando periférico todo o País da união europeia que se situe no “perímetro” da alçada do ágio internacional (dos propalados “mercados”) e em posição de “estar mais a jeito”.
O que para o caso tem a sua importância, a saber: ser periférico não faz parte da natureza física da coisa; é mais uma conformidade circunstancial, digamos assim, do que uma característica substancial da dita coisa. Neste limiar de abuso linguístico, onde impera o oportunismo, será pois necessário haver cautela quando se começa a tergiversar sobre o significado dos étimos: isto porque a física, a geometria, a matemática estão a ser derruídas nos alicerces pelo economês falacioso! (o linguajar de gorduras, de reestruturações, de refundações, de espirais, de crescimentos negativos – este tem piada -, de alinhamentos, de transversalidades, de emagrecimentos – é sempre dos outros – de janelas de oportunidade, de empreendedorismo, de oportunidades, de espirais, etc., etc.)! Por causa da subversão de conceitos estruturados o Galileu lixou-se!
Assim, há que estar atento, pois ser periférico não implica uma alteração de lugar nem de substância: apenas depende de um locutor inventivo com panache de economista! E esta adjectivação cai mal: depende de agências de ratação e de interesses assolapados!
Pela sua “natureza” de apelido, no perímetro dos agiotas, ser periférico é assim a modos de ser bastardo! (o problema que não enxergam é o que diz respeito à mãe: a europazinha que tais filhos terá parido! – ou seja, a bastardia vem pelo lado da mãezinha, o que é, normalmente, muito pior…para a referida!). Pelo que, de um dia para o outro, qualquer país da europa pode passar – fisicamente, óbvio que não! – a periférico! O que, mudando-se o circunstancialismo, traz muito desassossego para a comunidade!
Infelizmente, nem todos se acautelam, para a hipótese de se periferarem, o que pode acontecer de agora a logo, sem pré-aviso, pois este processo tem de ser caviloso para prevenir fugas do kypros amealhado nos cofres dos agiotas!
Aprende-se, agora, que deve sempre depositar-se a mealha numa locanda com filiais algures…longe do perímetro dos periféricos. Veja-se lá, antes de pôr o euro no balcão, se se pode contar com uma rectaguarda – chamemos-lhe assim – que nos garanta aval noutra “geografia” – étimo com significado distinto do original, ‘tá bem de ver! (Não tem a nada a ver com “offshores” – por exemplo, gibraltares, liechenstaines, suíças, etc….) De preferência o critério deverá ser – para além do colchão, já pouco fiável – um kypros diferenciado, depositado em locanda acessível a qualquer hora do dia ou da noite noutro lugar do planeta por meios tecnológicos que permitam a sua ubiquidade (esta sim, é própria de espíritos santos) tão pronto quanto a europa unida decida o seu confisco…óbvio, antes de e logo que se suspeite da cavilação! É ver adonde andam as fitches a consultar e quejandas casas de comércio de má fama!
E hoje não falo das ameaças ao Tribunal Constitucional pois pode dar azar…mas que tem sido um regabofe, lá isso tem! Pressão para quê?! Os meritíssimos decidirão de acordo com a sua constituição, pois o resto – o da imprensa nacional - deve ter “des” em lugar de “das” que os referidos togados adivinharão para espanto da arraia-miúda, convencida, esta, que falava e lia correntemente a língua pátria. É também um acervo de semântica esotérica só para iniciados...se me faço entender, convinhável, … ? Ou estarão interessados em mandar abaixo o passos e o gaspar – parece que deveria ser mais este cá aquele é demasiado inocente, pois por ser ignorante de excel tem de apoiar-se no referido mago!
E assim vamos indo de semântica em semântica, para nossa ilustração especializada!
No fim, haverá um País periférico dividido entre troicanos e espoliados – que é uma forma de dizer que nos estreparam a todos! Ressalvo: se sobrar País!
Ou seja: a culpa, se o País passar a bancarrota, é dos meritíssimos que deveriam ler o circunstancialismo substantivo (estão a acompanhar-me?), pois não entendem o esforço do governo (?) em nos governar (?) para além dos textos constitucionais, libertando-nos, enfim!, dessa canga jurídica e poeirenta, e permitindo a todos os portugueses alcançar a sua vera espiritualidade inscrita na matriz da nação! Só entendendo os poetas é que podemos cantar o fado! E é esse o caminho de iluminação transcendental que nos é aberto pelo governo (?) e quiçá pelo Tribunal Constitucional (segundo o governo (?), os meritíssimos são capazes de nos atirar para outras periferias, borrando o seu esforço empenhado em tornar-nos mais centrais ainda que depurados em espíritos!)
Seremos mal-agradecidos?!