sexta-feira, 3 de maio de 2013

POR UMA QUESTÃO DE FÉ!


À ESPERA

Hoje, 3 de Maio de 2013, o País está suspenso! O PM vai falar ao Povo às 20h na abertura dos telejornais!

Vai dizer-nos que, afinal, errou na escolha do MF! - Haja Deus!

Vai demitir o Gaspar por razões secretas, que são apenas do interesse de Estado!

Vai propor ao PR uma renovação do Governo!

Nesta renovação irá entrar - e aqui sou eu a adivinhar! - ou o Dr. Borges (pois, que ele é competentíssimo e reconhecidíssimo no estrangeiro, via Goldman Sachs e FMI, tudo funções do mais alto nível e mérito!) ou o Dr. Bento, aquele dos cartões de plástico, que não queria entrar da outra vez porque ia perder algum de seu! (Até é Conselheiro de Estado, "pro bono", por via de não haver compromissos que impeçam a sua vida pessoal), para o lugar do adoentado Gaspar, que se retira por demissão, face ao quadro clínico pùblicamente evidenciado! - Digamos que esta obsessão de confronto com a "espiral recessiva" do PR levou-o a "enlouquecer" e fazer propostas indecentes de forma pública, ofendendo os princípios informadores da Constituição (aliás, já por duas vezes "chumbadas pelo TC) bem como os mais recentes acórdãos e públicas declarações e arrazoados do PR (que nisto de espirais recessivas é catedrático), levando a um afrontamento institucional descabido e institucionalmente desestabilizador! (Lá aquelas conversinhas em fim de sábado pretérito, em Belém, sobre as inconveniências de mais notícias sobre a qta da coelha, ou lá o que é do bpn ou da sln - confusões que se não percebem no contexto nem de um Prof. graduado no quelhas! Mas todos temos as nossas fraquezas e deslumbramentos obnubilantes!).

Vantagem destes figurões:

a) O Borges até anda metido no vinho e consegue fazer andar a economia! Começa a exportar mais - enquanto o vinho for transaccionável e os manos não exigirem mais salário -, desenvolve o interior com passeios de enoturismo (lá para os amigos do FMI e da Goldman), trazendo investimento estrangeiro para as uvas! Depois...vai ser uma alegria nos Conselhos de Ministros! Há, decorrentemente, uma procura acrescida de rolhas e o Amorim agradece! A indústria do vidro - Marinha Grande - floresce com as encomendas de garrafame; as gráficas produzirão mais rótulos; a fileira do papel crescerá; a produção de "design" gráfico para a rotulagem será incentivada; a produção de caixas de madeira com acabamentos dará trabalho a marceneiros; uns adornos de cobre para as ditas caixas produzirão um incremento na artesania ali para os lados de Alcáçovas; a informática aplicada ao controlo das vinhas - humidades de solo, qualidade, exposição solar, planeamento e controlo de encomendas, sairá florescente (quiçá, a aprendizagem com os magalhães venha a dar frutos temporãos; os transportes de mercadorias serão reanimados; haverá renovação de vias e produção de asfaltos; rails protectores para as curvas das estradas - não se vá perder o néctar - incrementarão os trabalhos de serralharia mecânica; os trabalhadores (eventualmente, os manos do Borges) vestirão safões e pelicos, desenvolvendo a indústria de pelarias; os lavradores voltarão a produzir gado ovino para a obtenção das peles necessárias; do que se obterá o leite e os queijos (ali, com cardos e alcachofras para o paladar mais avivado); a pasteurização regional ressurgirá; a sementeira de gramíneas necessária ao bom pasto voltará e dará trabalho de sementeira, mondas e ceifas; voltarão a erguer-se silos para armazenamento de forragens, o que trará reanimação aos alvenéis; os moínhos voltarão a girar, retomando a sua função de produção de pão do excedente da forragem, dando trabalho ao pessoal local (ou voltaremos aos ratinhos); o pessoal local não terá tempo para TVs, por mor da produtividade e haverá, consequentemente, retoma de natalidades (que o pessoal, por aqui, ainda sabe o que é fémea ou macho!); esta retoma exigirá cuidados básicos de saúde, o que fará reabrir os serviços locais de saúde; com esta reabertura, haverá necessidade de cuidados de enfermagem - estancando a emigração! -; cujos profissionais trarão necessidades acrescidas de modas, bordados e calçados, fazendo crescer o comércio de vestuário; e da fecundidade dos locais e chegados, resultará a reabertura da Escola Primária - para já, que exigirá a colocação de Professores, os quais irão, com o pessoal de enfermagem e médico, exigir cuidados de saúde e medicação, o que trará de volta o farmacêutico que animará, na hora da calma, a tertúlia dos patrícios em congeminações de política; o que obrigará, por casos fortuitos, à presença da autoridade, o que significa voltar a abrir a porta do posto; e haverá mais gente no caféi, finda a jorna, a bater uma bisca ou a jogar uma partida de dominó! Os mais letrados exigirão o jornal, o que acarretará a reabertura da venda de jornais; do que resultará mais encomendas e carteio, levando à reposição do correio no sítio do antigamente. E o sapateiro voltará para consertar umas botinas, coser de sovela uns safões mais apinocados, ou lançar uns saltos de prateleira nalgum revivalista; que isto de reanimar a economia local é assim a modos de um continuum! Coisas que o Gaspar não entende, pois não anda com a gente que deve! Estamos a ver toda a vantagem - e outras se enumerariam - pela posse do Borges na pasta das Finanças! Era um cluster completo! Não, não me enganei! Estou a falar de Finanças: está-se mesmo a ver os impostos que isto tudo iria gerar! Por isso, Finanças com ele!

b) O Bento é mais fraquinho neste domínio, pois sabe é de cartões de crédito/débito e pouco mais - ah! tem a vantagem da ética da economia! Ou seja: por miúdos, a economia terá de reger-se por padrões éticos, como fundamento de uma sociedade saudável! O que quer dizer - sim, estou a falar da Pasta das Finanças - que só haveria impostos para os empecilhos da economia! Ou o investimento cria dignidade humana e tem a taxa mínima ou isenção; ou leva com o IRC e mais alcavalas máximas! Depois, teria a vantagem de mandar "passar cartão" a todos os Portugueses e Portuguesas (da próxima, inverto) para que não haja necessidade de euros em circulação! Já viram? Tudo transaccionável via cartão...naturalmente, ligado à máquina tributária - a ATA ou lá o que é que lhe tiraram o A final para evitar paródia - e teríamos todas as contas certinhas "ao momento"! Digam lá se este não daria um bom MF!? Era forma suave de sair do Euro...e ninguém dava por isso! os Euros...adonde? É tudo bits!

c) Eu não disse de entrada: mas poderia, a minha pessoa, dar uns contributos como MF! Ora sejam honestos, compadres! Acabei de dar dicas de desenvolvimento e saída segura do Euro e não teria competência para a Pasta? Não sejam injustos! Mas ainda o PM nada me disse...e duvido que me contacte nas próximas horas! Para além de que não sei se aceitaria, por via de não poder acumular o resto da pensão com o rédito de MF! (Só se visse chineses no final da legislatura no meu horizonte - curto, muito curto - de saída! Assim a modo de Mexia - ou Catroga (sem bocas de pentelhos, que ainda me dou ao respeito!) - para pôr o País a girar, um País eólico que era uma beleza! Depois mandava vir charters de chineses para assoprar em tempo de estio, dando-lhes, assim, um fôlego de turismo rural muito ventilado, com o qual ganharíamos todos: eles assopravam e reoxigenavam-se para o retorno, agradecidos e bronzeados, enriquecidos com o conhecimento da língua local (que já somos mais de 200.000.000 de falantes!) e com aproveitamento de um diploma em "chef de gaspacho" (que seria um sucesso na RPC, digo eu!). Em consequência, animava-se o Aeroporto de Beja! Já que mandaram os coreanos às malvas, ao menos estes vinham e eram úteis! Mas estava numa de País Eólico: diria que seriam só vantagens para a economia local, e sempre ganhávamos uns yuans - maneira de enriquecer o stock de divisas! E seria a reinstitucionalização mais útil de projectos PIN!


Dizia, lá atrás (passe a tautologia), que vai o PM falar ao País, anunciando estas alvoradas!

Seria um alívio ver o Gaspar dado, pùblicamente, por adoecido ! Acho que já não há paciência para "espirais recessivas" de 33 r.p.m.!

Por outro lado, o PM vai dizer-nos que aqueles cortes nas reformas eram brincadeira de mau gosto, pois está a ver-se o TC a ter de se pronunciar novamente (aqui, já não sei se o PR alinhava numa preventiva ou numa sucessiva, que ele anda a perder o fôlego desde aquele "encontro" de sábado pretérito referido); ou os Tribunais comuns a decidirem por um roubo institucionalizado e criminalizável à luz de tudo o que seja jurisprudência sobre respeito de contratos firmados, garantias, boa-fé, posição dominante, etc., o argumentário do costume! E ele, PM, não alinha nestas coisas de desrespeito! Veja-se o vigor posto na defesa dos contratos do Estado em tudo o que é PPP, alternes financeiros, etc., etc., e daí se concluirá que com ele a ilegalidade não passará! É de Homem!

Depois, dir-nos-á que os cortes de que se fala...afinal são na dívida, que essa já assumiu que é a questão, pelo que há que negociá-la e dizer "-Basta!" ao ágio que a pariu (a dívida)! Que as Portuguesas e os Portugueses (aqui, inverti!) já deram o que tinham a dar, e que o Governo (!) vai enfrentar a Europa e dizer-lhes que ou revêem TODOS os termos do "quebrado divisor" da Nação...ou nada recebem! É de Homem!

Que ele, PC, vivendo nos subúrbios, já não aguenta, quanto mais o comum dos Portugueses que ainda nem sequer aí chegaram ou já tiveram que fugir, pois o subúrbio está demasiado caro para as pensões aguentarem os próprios, os filhos, os netos e o mais que houver de aderências familiarmente comprometidas em solidariedade! É de Homem!

E que, pelos vistos, não é uma luz ao fundo do túnel que propõe! É mesmo a eliminação do túnel!(Esperamos que haja chão, e não seja mais uma "à Luís de Matos!")

Caso contrário, vai haver uma coligação dos Países do Sul e começaremos a usar o "bitcoin" - que nisto o Bento vai ajudar com os seus especialistas em dinheiro transgénico!

No fim, acho mesmo que o PM vai nomear o Borges e o Bento (B&B) para a mesma Pasta e eles que repartam as coisas entre eles consoante for mais de um ou de outro, como referido acima!

(Aqui para nós, o PR vai achar que é uma "armadilha": tira-lhe um Conselheiro e põe a discutir com ele um gajinho que acha que somos todos ignorantes...e é capaz, o B - de Borges -, de lho dizer na cara, visto o discurso do 25/4! De facto, fraquito, fraquito para catedrático! (A Maya - não é a abelha - já tem tido sessões de maior relevância, no que concerne a cartomancia - que também é uma ciência social.)

Dito o que...com estas nomeações o País sai a ganhar com a honestidade intelectual do PM - é pena é que tenha vindo a ser mui submisso ao obcecado e alinhado em todas as tranquibérnias do dito 33 r.p.m.! E agora vai ter de fazer uma recuperação estugada da dignidade pessoal!

Pelo que vou estar atento, às 20h, para assistir a este momento histórico! "A recuperação de um PM"! (O Portas deve estar a esfregar as mãos de satisfação, aqui para nós que ninguém nos ouve! Ele já passou pelos sobreiros, pelos submarinos...e vai ficar feliz de ver o PC arrepiar caminho! Só ainda não percebeu (olha quem!) o que se terá passado em Belém no pretérito sábado do encontro ao fim de dia e de urgência que deu tanta exasperação ao PC no dia seguinte - Dia Santo - em que disse inomináveis coisas da Democracia! Mas isto era mau-perder! Mas terá vindo à colação alguma novidade sobre a coelha ou a SLN  que o PR desconhecia?! Ou volte-faces que se não entendem! Mas o Homem continua a insistir na denúncia da "espiral" - só que, agora, "dá uma no cravo e outra na ferradura"! - no cravo, ainda se percebe, que era o 25/4! Agora na ferradura...cheira-me a chantagem institucional, ou seja, descobriram que o excel de Belém também estava errado e...chui! O Portas é impagável!).

A ver vamos!

Esperamos que haja arrepio do caminho e que os CIDADÃOS e o ESTADO SOCIAL sejam a primacial preocupação do PM/PC! E o DIREITO! E a CONSTITUIÇÃO!

quinta-feira, 2 de maio de 2013

TEMOS UM PROBLEMA


Temos um problema: o PR está bloqueado! E bloqueado porque não conhece alternativas ao governo (?) do País! É o que dá a entender a sua última intervenção!

Temos um problema: o PM está bloqueado! E bloqueado porque nada sabe de economia e apenas deve ter uma vaga ideia sobre a governação política do País!

Temos um problema: o MF "passou-se" de vez! Depois das ameaças do PR sobre a espiral de recessão e a insistência na austeridade a afundar o País, o MF foge para a frente com a mesma "receita"! Está a cumprir o mandado não se sabe de quem, mas adivinha-se!

Temos um problema: cada vez que há um novo governante na Europa...sai "beija-mão" à chanceler alemã!

Temos um problema: os governos da Europa desconsideram totalmente os órgãos da União e prestam vassalagem à Alemanha!

Temos um problema: impõe-se o cumprimento dos compromissos com o ágio e não com os Povos!

Temos um problema: as dívidas ditas "públicas" - vem-se descobrindo - não são mais do que um jogo financeiro a comprometer os governos (?) e a liquidar via impostos ou cortes nas despesas do Estado Social!

Temos um problema: ainda não foi explicado por que razão não se admite o nível de despesa do Estado quando esta reflecte os COMPROMISSOS com a sua natureza e com os CIDADÃOS!

Temos um problema: quando o modelo de Estado constitucionalmente consagrado não é para respeitar senão na Alemanha e seus apaniguados!

Temos um problema: quando há desafios ou reptos políticos que não se fazem quando o reverso do diálogo não passa de CHANTAGEM!

Temos um problema: quando os governos (?) dos Povos se agacham e se diminuem face aos interesses da finança que roubou esses Povos!

Temos um problema: quando os governos (?) se assumem como vassalos de interesses que não os dos Povos que os elegeram mas de interesses escondidos que lhes hão-de resguardar a retirada!

Temos um problema: quando aos Povos é roubada  a esperança só já lhes resta a revolta e a fúria que assassinará os mandatários e criados que os traíram!

Temos um problema: quando o Povo se levantar com a fome dos filhos e não tiver com que os alimentar!

Temos um problema: quando mandatários de interesses escusos vendem as fontes de riqueza do País e não promovem a sua exploração pelos seus nacionais!

Temos um problema: quando os governantes (?) se empenham em liquidar as dívidas de tudo o que ainda pode dar rendimento - desde que correctamente administrado - para transaccionar a interesses privados o que foi construído com dinheiros públicos!

Temos um problema: quando até os recursos naturais e bàsicamente estratégicos dos Povos são postos em leilão comprometendo o seu futuro!

Temos um problema: quando se atingiu a completa paranóia no plano de governação (?) do País!

Temos um problema: quando à frente de um MF está um gaspar obssessivo, obcecado, com um manual de contas que não presta!

Temos um problema: quando um documento de estratégia orçamental despreza o Povo e apenas se interessa pelo pagamento de dívidas - sem interessar saber à custa de quê!

Temos um problema: quando o MF enlouqueceu ao ponto de não ver que está errado! Ao fim de 3 anos 3 de experimentalismo social, insiste no erro!

Temos um problema: quando esta espiral de loucura é reconhecida e quem pode nada faz!

Temos um problema: em Belém, quando o PR - que "denunciou" a impossibilidade de continuar-se uma política errada, numa "espiral recessiva que conduz a mais austeridade" e sucessivamente - se mantém hierático e impassível, apelando a consensos com a loucura que se instalou em S. Bento!

Temos um problema: "não são os juros", diz o PM! Mas a dívida "! Nunca os juros foram tão bons, é o que sugere! Para quem! Já fez as contas do que significa, mesmo 2% que seja, da maquia em "falta"?!

Temos um problema: quando o PM e o MF estão obcecados - obcecados - no percurso deste caminho!

Temos um problema: dívida ou juros, para o Povo é igual! INCOMPORTÁVEL! É que mesmo - e a fortiori - nem com escravatura se paga uma e outra coisa!

Temos um problema: quando os governantes (?) olham para o POVO como uma cornucópia inesgotável! E apenas como isso!

Temos um problema: quando um MF pensa poder espoliar em impostos - ou "cortes", como lhe deu agora para designar o "assalto" - o Povo empobrecido e sem mais rédito para esportular!

Temos um problema: quando o governo (?) está a soldo de interesses inconfessáveis ou inconfessados! E não ao serviço do Povo, nos termos do seu "contrato eleitoral"!

Temos um problema: quando se negoceia com os ladrões tudo; e ao Povo apenas se assalta em nome daqueles e a seu mandado!

Temos um problema: quando a Lei se talha a favor dos ladrões (e chama-se-lhes nomes exóticos como RERT) e se não perdoa um pão a um CIDADÃO HONESTO!

Temos um problema: quando se legifera por terceiras mãos não eleitas e se plasma em letra de Lei a ignomínia que tudo (?) visa permitir!

Temos um problema: quando a sede do poder legislativo está nas mãos de escrevinhadores assoldadados de pareceres mui jurisprudentes!

Temos um problema: quando a Deputação do Povo é desrespeitada por funcionários "transferidos" temporàriamente para o Governo (?) ao serviço de centrais financeiras e de interesses estranhos ao governo do Povo! Ou a tal papel se prestam em reverências submissas de vassalagem!

Temos um problema: quando os que deviam entender do governo dos Povos não passam de amanuenses sem lustro e sem cultura!

Temos um problema: quando os governantes (?) entendem dever ao País a sua preparação! E, a todo o custo, pretendem retribuir-lhe com ciência (?)!

Temos um problema: quando o PM tem como conselheiro de negócios de Estado ex-funcionários dos grupos de interesses que puseram o Mundo no estado actual!

Temos um problema: quando a confusão (?) entre bens públicos e interesses privados não é percebida (?) por quem deveria defender os bens à sua guarda e administração!

Temos um problema: quando um governo (?) confunde funções do Estado com umas contas de mercearia!

Temos um problema: quando um governo (?) não sabe o que fazer à riqueza herdada em terra e em mar para daí extrair os rendimentos necessários à sustentação do Estado Social regulado pela Constituição que, ao assumir funções, pressupostamente deveria guardar e defender!

Temos um problema: quando o governo (?) não entende as funções sociais do Estado nem como geri-las!

Temos um problema: quando o governo (?) abandona o território nacional por decorrência da sua "política"!

Temos um problema: quando o governo (?) não percebe que está a deixar que o País seja depredado por interesses financeiros que cavilosamente o vão empurrando para soluções de "inevitabilidade"!

Temos um problema: quando temos um governo (?) que o não é, por definição!

Temos um problema: quando ainda há deputação que defende a "política" deste governo (?) sem relevar o achincalhamento constante da soberania do Povo que deveria representar!

Temos um problema: quando temos um PR cujo juramento tem a dignidade de letra na Constituição...e que se mantém, pùblicamente, impávido e inábil perante tanto anormal "funcionamento" das instituições!

Temos um problema: quando temos um PR que num parágrafo de discurso (?) diz uma coisa e no seguinte o seu contrário!

Temos um problema: quando temos um PR que num momento diz "- Basta de austeridade! Temos de acabar com esta espiral recessiva!"  e que não age, bloqueia, quando toma conhecimento das medidas que mais agravarão o cenário de que discorda!

Temos um problema: quando o POVO perder a ESPERANÇA!

Temos um problema: quando tivermos um POVO em DESESPERO!

Temos um problema: quando os que não têm trabalho começam a não ter apoio na sua Família!

Temos um problema: quando a DEMOCRACIA e o ESTADO SOCIAL CONSTITUCIONAL são vilipendiados por indivíduos enlouquecidos pela sua cegueira!

Temos um problema: de demissão de funções e de responsabilidades do PR face ao ataque sistemático e reiterado ao Povo que o elegeu!

Teremos um problema maior se o PR não agir em defesa do ESTADO CONSTITUCIONAL que jurou solenemente defender e fazer respeitar!

Temos um problema: a FOME à espreita!

O PR terá um problema: que não é de polícia! É de exercício de direitos CONSTITUCIONAIS FUNDAMENTAIS pelos CIDADÃOS!

Temos um problema: quando os CIDADÃOS começarem a resistir à espoliação! De forma mais violenta do que simples manifestações silenciosas e respeitáveis - que foram um aviso!

Temos um problema!

 

 

 

 

 

terça-feira, 30 de abril de 2013

ALTERNE ou SUÓPI

Ao ler estes artigos/notícias/peças jornalísticas, vem-me à cabeça a hipótese de o governo (?) passar a negociar com os Cidadãos o nível de espoliação em impostos, taxas, sinecuras, etc., que lhes é dito deverem!

A questão fulcral é por que razão só algumas destas "instituições"  normalmente e alegadamente, pelos vistos, constituídas em associações de crime organizado (ou o Estado iria incomodar-se se não tivesse uma réstia de razão?!) supra-nacionais (que deixam as lotarias e as raspadinhas da Santa Casa a milhas de distância numa escala de inocência!) e a perseguir pelo Ministério Público (vamos ver quando dará resultados, agora entregue a "primas-donas" ciumentas, alegadamente, aparentemente, informacionacionalmente, etc.,) se não forem "convencidas (as "instituições") a "negociar" com o Estado a redução das "rendas" abusivas inclusas nas letras miudinhas dos contratos de "swapping" - ou de alterne, mais à portuguesa - são nomeadas?!

Para além do mais é um escândalo ver o governo ('?) a negociar um favorzinho de redução de réditos ilícitos! Se tem razões de queixa, TRIBUNAL, "ràpidamente e em força" (passe a expressão!)! De acordo com os termos constitucionais, não há destrinças legais: se é crime, é crime - não há "água benta" no assunto! E depois, aqueles "sábios" gestores da coisa pública deveriam explicar, bem explicadinho, onde foi posta a comissãozinha (ou não houve, desta vez?)!

A mim, CIDADÃO e SOBERANO (é como venho apelidado na nossa Constituição!) não me deixam "negociar" com o Estado! É logo arrochada valente! Mesmo com razão, a ameaça de coima é tal que nos deixa sem fôlego argentário, digamos, para prosseguir na litigância; e virei a receber apenas em tempo de bisnetos...se ainda andar por cá (e eles, os bisnetos, que se cuidem, não vão ter de pagar impostos sobre a dívida a ressarcir como herança!)...pois é a normalidade no reembolso que nos é devido!

O problema, parece (como é explicado "à boca pequena, baixinho, com a mão na frente) é haver para aí umas "empresas" de advocacia que "jogam" nas letras miúdas dos contratos e nas letras graúdas das normas legais...e ninguém se apercebe! E mais os honorários (é assim que se diz das comissões percebidas pelo "frete") recebidos destas ultra-supra-nacionais! (Bem conhecidas pela trafulhice financeira em que estamos metidos, nós, os SOBERANOS, iletrados e contribuintes, accionistas forçados destes "interesses"!)

E o Estado vai "negociar" como se fosse normal o "contrato"! Dizia o "outro": "- Se o contrato é leonino é ilegal! Rescinde-se e pronto! Se quiserem, os outorgantes "prejudicados", que vão para Tribunal, que daqui por vinte ou trinta anos a "coisa" está resolvida!"

Passar por otários é que não!

Esta de andar a negociar com chulos...só de gente sem vergonha!

O PR ainda acha que estamos no normal funcionamento das instituições...mas estas são "tríades" internacionais! Não são as que deve respeitar constitucionalmente!

Na quinta-feira, à hora do chá, faça o favor de dizer ao Passos que MANDE o gaspar pôr tudo no Ministério Público com a acusação de contratação com má-fé, uso de poder dominante, reserva mental...tudo condições de nulidade da contratação! E some-lhe a acusação de associação criminosa! E de banditismo internacional! Lá as "primas-donas" do MP que se desembrulhem, que é do foro delas! Não compete ao governo (?) estar a decidir em foro de crime e por demais crime internacional! E em causa própria!

Os indiciados? Estão em

http://www.publico.pt/economia/noticia/empresas-publicas-ainda-tem-42-swaps-toxicos-1592961

a fazer fé na comunicação social, que a gente já não sabe para onde se volta em termos de confiança!

Quem são os alegados? Segundo aquele "link":

Barclays, o Crédit Suisse, o Nomura, o Santander, o Deutsche Bank, o JP Morgan, o BNP Paribas e Goldman Sachs
...para já!
 
Até parecem os irmãos Dalton! São sempre eles neste "far west" sem rei nem roque nem lei!
 
Nota: A "operação" Monte-Branco ainda vai ter uma conexãozita por aqui para investigar e dar mais "complexidade" ao processo...ou é só uma suspeita de espírito-santo de orelha?! E aqueles estancos de "direito" pela António Augusto de Aguiar ou "alentours" de maior (?) nobreza forense não são de "visitar"? (Naturalmente, nos termos da Lei, acompanhados do representante da ordem lá deles, e com pré-aviso, para os "dossiers" estarem arrumadinhos como usualmente! Aliás, essas "instituições" até estão por conta do estagiário que já saíu e nada têm a ver com o estanco, pois foram apenas um "estudo de caso" - como é vulgar designar neste âmbito de ciências sociais aplicadas! - e até outorgaram uma distinção ao jovem que fez, como se verifica, um brilharete "negocial"!)
 
Epílogo: mal vai o governo (?) se pretender fazer de dono do alterne e se puser a defender as pequenas do costume mai-los clientes usuais! Haja vergonha! é uma pinocada (digamos assim) de quase 3.000.000.000 €!
 
Três mil milhões de euros!  Três mil milhões de euros!
Três mil milhões de euros!
 
Isto é assim a modos do tamanho de quê? O Universo é assim tã comprido? ou isto são coisas muito complexas para serem explicadas de forma simples? (esta é do gaspar!)


 
E a troica sabe? E isto está no Orçamento? E isto é para pagar? E quando é que se vai pagar? E nós temos direito a uma voltinha? Ou aqui há a regra dos sócios maioritários?
 
É esta a igualdade perante a Lei? É isto de que se livrou o larídeo - não ouviu falar em confiança, em segurança, em garantia fiscal? - Foi o que o PR referiu, não venham dizer que ele não avisou!
 
Este governo (?) bateu no chão...e o PR não ouviu!
 
Sabem a anedota da rã? Eu conto:
 


"Um homem muito dedicado à ciência, decide fazer a seguinte experiência:

Pegou numa rã, cortou-lhe uma das patas e disse-lhe:
- Rã, salta!
E a rã saltou. Resultado da experiência: "Rã com três patas salta!"
Cortou mais uma das patas à rã e disse:
- Rã, salta!
E a rã saltou. Resultado da experiência: "Rã com duas patas salta!"
Cortou mais uma pata à rã e disse:
- Rã, salta!
E a rã saltou. Resultado da experiência: "Rã com uma pata salta!"
Cortou a última pata à rã e disse:
- Rã, salta! - e nada. - Rã, salta! - e nada.
Resultado da experiência: "Rã sem patas é surda!"
 

Moral da história: o nosso PR falava, no seu discurso, que há 3 fases! Estamos a entrar na terceira, segundo sexa. Falta a quarta que será cortar a última pata à rã?! Ou já foi?! Sexa. não ouviu o estrondo do governo (?) que vai negociar com alegados criminosos financeiros internacionais! É preciso o quê mais?

"Swapping" pode ser mais coisas! Mas basta, por agora!

sábado, 27 de abril de 2013

O DISCURSO POLÉMICO anotado e criticado!



E então é assim que a gente pode ler e analisar e fazer observações com o respeito devido e a vénia adequada ao mais polémico discurso que S.Exª o PR proferiu a 25/4/2013 na Assembleia da República.

 Os meus comentários vão entre chavetas...e escritos em português.



“É indiscutível que a execução do Programa tem revelado consequências gravosas, que se fazem sentir duramente no dia-a-dia dos Portugueses, em especial daqueles que não têm emprego. Mas, com idêntica imparcialidade, devemos também reconhecer os objetivos alcançados.
       
   [perguntaria: não temos vergonha de dizer que objectivos foram
    alcançados?]


Entre esses objetivos, importa destacar o equilíbrio das contas externas, um resultado que não era atingido desde há muito. De uma situação crónica de desequilíbrio, Portugal passou, em 2012, para uma situação excedentária na sua capacidade de financiamento ao exterior.

… … 

Contudo, não podemos esquecer que uma parte do ajustamento das contas externas se está a realizar por via da redução das importações, devido à quebra acentuada da procura interna, fruto, em boa medida, da redução do rendimento disponível das famílias, das dificuldades de crédito das empresas e da incerteza e falta de confiança dos investidores.
      
   [pois, assim os objectivos foram alcançados...e o PR mantém-se
    impávido e sereno confirmando a pulhice do modo de alcançar!]

Por outro lado, através da execução do Programa foi possível reforçar a solidez do sistema bancário 
        
   [a que custo para os Cidadãos, não interessa?! Somos todos
    accionistas, ou essas contas...não interessa fazer?].

Os bancos foram recapitalizados e apresentam hoje bons rácios de solvabilidade. Os Portugueses têm razões para manter a confiança no nosso sistema bancário.
        
   [só a brincar, digo eu! O PR gosta muito de eufemismos!]

… … O facto de as unidades produtivas, que exportam bens e serviços e que criam riqueza e emprego, suportarem encargos de juro muito superiores às suas congéneres europeias prejudica seriamente a sua competitividade, afeta as decisões de investimento e, no limite, põe em causa a sua própria sobrevivência.

        [em que ficamos?! As políticas prosseguidas são excelentes - é isso?
         - e merecem a apressada reafirmação a confiança presidencial!?]
… … 

Os consensos políticos

       [quais?! Belém ainda fica no País?!]

e sociais alcançados contribuem para vencer os desafios que Portugal enfrenta e também para o modo positivo como os credores e os mercados avaliam a execução do Programa de Assistência Financeira.
      
       [os Cidadãos e o seu “Presidente” não têm de avaliar?!]

Este fator, aliado a uma maior determinação do Banco Central Europeu na defesa do euro, conduziu a uma descida muito expressiva das taxas de juro da dívida pública. Abrem-se, assim, boas perspetivas de regresso de Portugal aos mercados de financiamento externo no prazo previsto, um objetivo central do Programa com vista a garantir a liquidez imprescindível à atividade económica e ao funcionamento do Estado.
      
      [ou seja: “bar aberto” para mais dívida?! "Boas perspectivas" - diz
       sexa.! Vamos continuar a endividar-nos...não foi este PR que falou
       em espiral recessiva ou coisa assim? Ou estava a falar de
       geometrias?! Ou foi outra pessoa e eu começo a ficar baralhado dos
       neurónios?!]

Dois anos decorridos sobre a concretização do Programa de Assistência Financeira, o reconhecimento objetivo de aspetos positivos não nos deve desviar a atenção do problema mais dramático que Portugal enfrenta: o agravamento do desemprego e o aumento do risco de pobreza, em resultado de uma recessão económica cuja dimensão ultrapassa, em muito, as previsões iniciais.
       
     [eu também acho! Mas, parafraseando sexa., "- Eu já disse isto!
      Estavam distraídos?]

O combate ao desemprego deve ser uma prioridade da ação governativa.
      
   [o PR tem os livros...mas todos sabemos disto!
    Òbviamente, de modo empírico! Não temos cátedra no quelhas!]

Esta destruição de capital humano coloca graves problemas pessoais, familiares e sociais, tendo ainda um impacto muito negativo sobre o crescimento potencial da nossa economia.
       
   [e da nossa Democracia? Não?! Aqui convém ter em conta as
    "lágrimas do crocodilo", como sói dizer-se!]
… …
O efeito recessivo das medidas de austeridade inicialmente estabelecidas revelou-se superior ao previsto, provavelmente por falhas nas estimativas.
     
   [quem diria?! Não se estava mesmo a ver?! É preciso ser professor de
     economia?"Falhas nas estimativas" é uma forma de designar a incom-
     petência dos executores?! Acho eu!]

A esse efeito somou-se uma conjuntura económica europeia mais adversa do que era esperado, designadamente em Espanha, o nosso principal parceiro comercial.
    
    [falta de atenção?! Ou incompetência?! Basta “frequentar” os boletins
     do INE!]

Assim, alguns dos pressupostos do Programa não se revelaram ajustados à evolução da realidade, o que suscita a interrogação sobre se a «troika» não os deveria ter tido em conta mais cedo.
    
    [e o governo não deveria ter-se imposto? Consta que o gaspar é muito
     conceituado! Ou isto é o velho modo de "lavar mais branco"?
     Parece que o governo (?) ficou calado? Incompetência…ou outras
     coisas que não se devem trazer à colação?!]

Na verdade, o impacto recessivo das medidas de austeridade e a revisão, para pior, da conjuntura internacional têm afetado de forma muito significativa o esforço de consolidação orçamental, nomeadamente a redução do défice e a contenção do crescimento da dívida pública.
   
    [apercebeu-se agora o PR - que é licenciado e doutorado e catedrático
     nestas coisas?! Não puxou dos “galões” oportunamente junto do PM e
     do MF para lhe segredar uns conselhozitos em pró da defesa do País,
     dos Cidadãos? Às quintas-feiras é só chá? Não dá p'ra uma "explica-
     çãozita", digamos, "pro bono"?!]

Neste contexto, as metas iniciais do défice público revelaram-se uma impossibilidade e acabaram por ser revistas. Agora, prevê-se que apenas em 2015 Portugal deixará de se encontrar numa situação de défice excessivo.
  
   [e agora prevê-se com o mesmo excel ou com outro corrigido? É que
    estamos a escutar esta conversa há 3 anos…já chega de previsões!
   A dívida é I-M-P-A-G-Á-V-E-L!! Basta fazer contas! “Qual foi a parte
   despercebida”?!]
… …

Significa isto que, depois do Programa de Ajustamento, Portugal, à semelhança de todos os outros países da Zona Euro, continuará sujeito a um acompanhamento rigoroso por parte das autoridades europeias, de modo a garantir o cumprimento das regras de equilíbrio orçamental e de sustentabilidade da dívida pública.
  
   [esperemos que a algoritmia seja correcta e que haja política e Cidadãos
    nos quadros de decisão e não apenas abstractos números e médias e
    prospectivas!]

Neste cenário, é uma ilusão pensar que as exigências de rigor orçamental irão desaparecer no fim do Programa de Ajustamento, em meados de 2014.

  [a ilusão é o PR pensar estar a falar sério de coisas muito sérias! Só
   pode estar a brincar! Soletro: A dívida é I-M-P-A-G-Á-V-E-L!! “Qual
   a parte que não entendeu"?! O “soletro”?! Quer dizer: letra a letra!!
   Não percebeu?! Não: não é em “letras”! É mesmo em metal! Ou bits
   – que é assim que a dívida funciona, actualmente!]

Com efeito, nos termos do Tratado Orçamental, o País terá de assegurar um défice estrutural não superior a 0,5 por cento do PIB e o rácio da dívida pública de 124 por cento, previsto para 2014, terá de convergir no futuro para 60 por cento. Para alcançar estes objetivos
  
   [e porquê estes?! Não seria mais “interessante” dizer que os Países
    não deverão ter desemprego? e deverão ter CIDADÃOS não
    descartáveis?!]

,Portugal terá de manter superavites [?!] primários
 
   [ainda por cima primários!? Isto é mesmo conversa do quelhas!]

muito significativos durante um longo período.

Tudo isto se irá processar num quadro em que já não beneficiaremos
  
   [esta de beneficiar…estamos conversados! O PR deve estar "a ver
    coisas"!  Quem é o beneficiário?! A banca “recapitalizou-se” à
    custa de quem? Quem são os beneficiários na óptica de Belém?!
    Os CIDADÃOS?!]

de empréstimos externos nos moldes até agora praticados, ficando inteiramente dependentes dos mercados para satisfazer as necessidades de financiamento da economia e do Estado. É fundamental que todos os Portugueses estejam bem conscientes desta realidade.
  
   [estar … até estão, ao que parece! Depois de sabermos que fomos
   roubados, espoliados e agora com este beneplácito de Belém…
   conscientes estamos; que se há-de fazer quando o mês é maior
   que a mealha?! Conscientes, roubados, espoliados, desgovernados
   e sem esperança, como culminará sexa no discurso!
   I-N-D-I-G-N-A-D-O-S, é como os Portugueses estão!!]
… … …

Sejam quais forem esses calendários
   
   [depende das previsões dos PAEFs, não é?! São sempre instrumentos
    falíveis nas mãos de gaspares e quejandos!]

,sejam quais forem os resultados das eleições

   [isto é ameaça?! Chegámos a este ponto, senhor PR?! É que com
   eleições pode haver escolhas, e podemos decidir não pagar como
   os “mercados” querem, mas como os C-I-D-A-D-Ã-O-S podem e
   decidirem que é devido! Dos cobardes…a História não regista os
   actos!!]

, o futuro de Portugal implica uma estratégia de médio prazo que tenha em atenção os grandes desafios

   [nomeadamente: atender aos C-I-D-A-D-Ã-O-S!]

que iremos enfrentar mesmo depois de concluído o Programa de Assistência Financeira em vigor.    
  
   [disse “assistência” ou era esbulho programado?!] 

Nessa altura, o País tem de estar em condições estruturais de credibilidade e governabilidade capazes de garantir a confiança das instituições da União Europeia e dos mercados financeiros
     
   [e dos C-I-D-A-D-Ã-O-S, não?!]

, pelo que, no plano político, é imperioso preservar a capacidade de gerar consensos em torno do caminho a seguir para alcançar os grandes objetivos nacionais.
 
   [quais são os objectivos e o caminho?! - acho que a ordem dos termos
   é esta – Não haverá C-I-D-A-D-A-N-I-A e D-I-G-N-I-D-A-D-E como
   objectivos? É só mercados? Em caso afirmativo, o PR está no lugar
   errado?!]

Se se persistir numa visão imediatista, se prevalecer uma lógica de crispação política em torno de questões que pouco dizem aos Portugueses
 
   [para já: o que é crispação política?; em segundo lugar: o que é
    que diz pouco aos portugueses? Alternativas de objectivos e de
    caminhos diz alguma coisa a sexa?!]

, de nada valerá ganhar ou perder eleições
 
  [mas é disso que se faz D-E-M-O-C-R-A-C-I-A, ou o PR está “noutra”?!
   É grave a afirmativa!!]

, de nada valerá integrar o Governo ou estar na Oposição.

  [ai, vale, vale! Não percebeu, vexa, que estar no G-O-V-E-R-N-O
  é deter o comando da P-O-L-Í-T-I-C-A?! Há uma “pequena” diferença
  D-E-M-O-C-R-Á-T-I-C-A na concepção das coisas da polis!!]

É essencial que, de uma vez por todas, se compreenda que a conflitualidade permanente e a ausência de consensos
 
  [que consensos?! Estar sempre de acordo com o gaspar,
   o incompetente?! “Alho Rogoff” com halitose?!]

irão penalizar os próprios agentes políticos mas, acima de tudo, irão afetar gravemente o interesse nacional

  [qual interesse nacional? O PR é detentor dele? Quem lhe deu o
   mandato para a sua definição? Não basta ler a Constituição?!]

, agravando a situação dos que não têm emprego ou dos que foram lesados nos seus rendimentos, e comprometendo, por muitos e muitos anos, o futuro das novas gerações.
 
   [afinal, quem agravou por erro nas contas e previsões…vexa já o
   indigitou, ou começa a dislexia do costume?!]

É indiscutível que se instalou na sociedade portuguesa uma «fadiga de austeridade», associada à incerteza sobre se os sacrifícios feitos são suficientes
   
    [ainda mais?! Ai há incertezas?! E agora é que avisa?!
     Ou também estávamos distraídos?!]

e, mais do que isso, se estão a valer a pena.
   
   [acha? Então não será altura de apear os “treinadores” que levam
   à fadiga?! Não estará aí o interesse nacional?]

Estas são interrogações legítimas, que todos têm o direito de colocar
 
   [colocar adonde? Em Português corrente – sem novo acordo –
   não se diz que se coloca uma interrogação; uma interrogação faz-se]

. Mas, do mesmo modo que não se pode negar o facto de os Portugueses estarem cansados de austeridade, não se deve explorar politicamente a ansiedade e a inquietação dos nossos concidadãos.
    
     [mas quem explora? Não é o dito desgoverno de PC e gaspar que
      inquietam e desesperam?! Não era por aí que devia começar a
      “desinquietar” os Portugueses?! Ou não quer ver ou está cego de
      paixão tecnocrática em que custa dar o braço a torcer à evidência
      do erro – “eu não erro, raramente me engano”…e não quero
      demonstrar que os compadres de ofício são seres sujeitos ao erro:
      nós, os cientistas da economia não erramos! A sociedade é que não
      se ajusta aos nossos "modelos” matemáticos!]

Reafirmo a minha profunda convicção de que Portugal não está em condições de juntar uma grave crise política à crise económica e social em que está mergulhado.
  
    [o que é uma grave crise política? O exercício basilar da
    D-E-M-O-C-R-A-C-I-A é o voto! A incompreensão disto destitui
    o direito a ser seu representante! Qual foi a parte que vexa não
    entendeu?]

Regrediríamos para uma situação pior do que aquela em que nos encontramos.
     
    [certo? E se o “modelo” a executar fosse outro? Sabe que a
     Alemanha teve por duas vezes a sua dívida perdoada em parte?
     Sabe que a Alemanha esteve várias vezes em incumprimento das
     suas obrigações financeiras para com a Europa? Sabe que ainda
     não ressarciu todos os que estropiou para alargamento do seu espaço
     vital?! Sabe que foi dos primeiros Estados da U E a incumprir a regra
     do deficit e todos lhe perdoaram? Sabe um pouco  de História?]

A Assembleia da República, através da respetiva comissão parlamentar, pode contribuir para consciencializar os Portugueses para as exigências com que Portugal será confrontado no período pós-troika.
  
   [não é necessário que vexa instrua a AR! A AR é emanação do Povo
   – às vezes desvia-se do mandato, como é óbvio hoje, com a deputação
   detentora de escondidos programas!]

É decisivo para o nosso futuro coletivo que essas exigências sejam devidamente tidas em conta nas estratégias político-partidárias.
  
   [e os Partidos precisam destes recados ou são uns clubezinhos de
    interesses privados e inconscientes dos seus deveres para com os
   C-I-D-A-D-Ã-O-S! – às vezes, até parece! Já viu essa da disciplina
   partidária se não é equivalente à “admissão só para cavalheiros”?!]

Em nome dos Portugueses, é essencial alcançar um consenso
  
   [e sexa a dar-lhe! Esta do consenso começa a ter laivos de obsessão!]

político alargado que garanta que, quaisquer que sejam as conceções político-ideológicas,
  
   [vai ser indigna a opção política? Onde já vimos isto? Vamos chegar
    ao “- Isso, ensinem-nos a ler e depois vejam quem guarda os porcos”?]

quaisquer que sejam os partidos que se encontrem no Governo, o País, depois de encerrado o atual ciclo do programa de ajustamento,
 
   [ajustamento: é uma questão de mais furo menos furo no cinto!
   O meu já deu o que tinha a dar! Já é mais furo que cinto!]

adotará políticas compatíveis com as regras fixadas no Tratado Orçamental que Portugal subscreveu.   
  
    [e o dito tratado não vai a votos? É assim: eles disseram e nós
    obedecemos? Democràticamente, entenda-se!]
… … … 

É usual dividir-se um programa de estabilização financeira em três fases: a primeira é a de emergência, quando tem de se atuar rapidamente e com a maior energia para estancar a hemorragia e salvar o doente
  
    [isto até parece Medicina, da boa! A economia é assim:
    à falta de ciência…plagia!]

; a segunda fase é a da implementação das reformas que promovam o saneamento das contas públicas e a competitividade da economia; a terceira fase é a da tomada de medidas de relançamento da economia, para que a cura não acabe por matar o doente
  
    [idem!! Vexa sabe! De Médicos e de loucos todos temos um pouco,
    não é?!].

Apesar das dificuldades e da necessidade de prosseguir esforços no domínio da consolidação orçamental, não é possível adiar a entrada de Portugal na terceira fase
  
   [chegamos lá, à dita terceira fase, com estes tontos a desgovernar
    o País? O Kruggman parece que diverge!! Ou ele não pertence ao
   grupo restrito que vexa frequenta? Não estudou no quelhas?!
   Ah! Então é isso! É uma questão de fé? Bem me parecia que vexa
   não estava em Belém por acaso! Modéstia, não é?] .

Sem crescimento económico, não haverá consolidação orçamental sustentável e de longo prazo.
  
   [à colação, ràpidamente, o La Palice!]

De entre os fatores relevantes para o crescimento económico, destaco a competitividade e estabilidade do sistema fiscal, pelo papel que pode desempenhar na captação de investimento.
  
   [eu também destaco! Com a diferença: não incluir o empobrecimento
    dos trabalhadores no conjunto dos factores de incremento da
    competitividade! É uma coisa cá muito minha, que eu não frequentei
    o quelhas!]

Por outro lado, seria conveniente que o Orçamento de Estado deixasse de ser um instrumento para alterações profundas do sistema fiscal,
  
   [eu também acho…e o TC parce que é intermitente nestas coisas,
    mas acompanha-nos, se me é permitido o plural]

devendo servir apenas para ajustamentos
  
   [sem gravames de DIGNIDADE?! Estamos de acordo!]

em função da conjuntura. A segurança jurídica e a competitividade e previsibilidade fiscal são elementos decisivos para as decisões dos agentes económicos e, logo, para o crescimento do País.
  
   [e os C-I-D-A-D-Ã-O-S? onde estão na equação?! Ah! O TC!]

… Após algumas hesitações
  
   [ou I-N-C-O-M-P-E-T-Ê-N-C-I-A?]

iniciais, a União Europeia começa a perceber
  
   [??? A U E a perceber ??? E o gaspar? Era importante, não acha?!]

que os problemas verificados em alguns países são problemas que a todos afetam e que a crise na Zona Euro não se resolve apenas com a imposição de políticas de austeridade e a aplicação de sanções aos Estados com défices excessivos.
  
   [agora que “toca” ao centrão europeu e aos mais gelados,
    por tabela!!! Empirismo, não é??]
… … …

Apesar dos desenvolvimentos
  
   [adonde? quando? Então não é a terceira fase??]

recentes, temos de reconhecer que esta crise veio expor sérias fragilidades da União. Para além da lentidão e tibieza
  
   [psicologia? o gaspar...sempre se confirma?! Ah! Não é ele?!]

na resposta à crise do euro, o maior fracasso da União Europeia residiu – e reside – na promoção do crescimento económico e do emprego.
  
    [esta é de estalo!! E-V-I-D-E-N-T-E!!! Diria "na falta de...etc.!
    Ficava melhor o texto!]
… … …

Podemos dizer que a União Europeia falhou
  
   [a sério? Então eles não ouviram vexa?? Desconsideração?!
    E a mensagem de ano-novo?! Também não?!]

na coordenação das políticas económicas. Quando, aos países que executam programas de consolidação dos défices públicos, se juntam políticas contracionistas nos outros Estados membros, é óbvio que a consequência será uma recessão no conjunto da União, como agora se está a verificar.
  
    [quem diria? Há muito se sabia – e os do Eurogrupo e dos Ecofin
    não sabiam?? É o que faz as decisões tomadas nas madrugadas
    de sábado! São mesmo inconscientes! "Encharcam-se" e depois
    dá nisto!]

Por sua vez, o Quadro Financeiro Plurianual 2014-2020, aprovado pelo Conselho Europeu no passado mês de fevereiro, embora tenha deixado Portugal numa posição mais favorável do que aquela que resultava das propostas iniciais, não corresponde, de modo algum, à resposta europeia exigida pela situação económica e social da União.
  
   [o melhor é mandar por escrito! “Verba volant! Scripta manent!”]

O Parlamento Europeu tem denunciado essa insuficiência de uma forma clara e inequívoca.
  
   [o DCIAP pronunciou-se sobre a denúncia?!Está em segredo de
    justiça?! Ah, bom!]

Note-se ainda que a União Europeia e o Fundo Monetário Internacional, na conceção dos ajustamentos negociados com os países em dificuldades de financiamento, não tiveram em devida conta o impacto recessivo das medidas propostas e as suas consequências.
   
    [I-N-C-O-M-P-E-T-Ê-N-C-I-A!! F-A-L-T-A D-E V-I-S-Ã-O!!
     E o PR admite que o governo lhes obedeça e reafirma-lhes a
     confiança! Afinal…]

As instituições financeiras internacionais, fazendo uso da sua força persuasiva
  
   [assim como um corpo de intervenção em frente do Pessoa, não?!
    Ou mais no estilo em frente da AR?!]

enquanto credores, terão induzido os governos dos países
  
    [e estes são acéfalos ou disléxicos como o gaspar?
    e eles deixam-se iduzir?! ] 

em dificuldades a aplicarem medidas que violam regras básicas de equidade, regras que constituem alicerces das sociedades democráticas contemporâneas. Ameaçando a coesão e a paz social, perturbaram a estabilidade das democracias constitucionais e geraram novos sentimentos antieuropeus.

   [quem diria?! E não há alternativas, conforme sexa ameaça!
    Façam o que fizerem, com ou sem eleições, no “activo” ou na
    oposição, “é comer e calar”!!! E isto é o PR a dizer!!
    Olha se fosse eu!?]

Em matéria fiscal, princípios essenciais de justiça foram esquecidos, exigindo-se sacrifícios muito diferentes a cidadãos que se encontram na mesma posição quanto aos fatores relevantes de bem-estar
  
   [ena pá, aqui estão a tocar no que é meu! E por cá?!
    sexa encheu o peito e mandou tudo para o TC! Olhe que os do
    costume dizem que vão fazer o mesmo no "rectificativo"! Vai um
    pedido de fiscalização preventiva...ou é só fé??]

. A decisão do Eurogrupo sobre Chipre
  
   [estilo BPN, mais gravoso?! Não?!]

foi o caso mais recente, com consequências nocivas para a adesão dos cidadãos ao projeto europeu.    
  
   [isto é um caso de INTERPOL! Ou não?! vexa acha isso?!
    e vai mandar-lhes o recado ou fica pela retórica?!]
… … … 

Atualmente, com 26 milhões de desempregados, a Europa põe em causa a dignidade de um número vastíssimo de seres humanos. É urgente inverter esta situação, é urgente repensar o rumo que tem vindo a ser seguido para vencer a crise do euro. "
  
   [APLAUSOS! Vamos a eleições, consequentemente – diria eu!!!]
… … …”

[Fim de citações; os comentários estão assinalados entre chavetas].

E disse! É este discurso que causa tanta celeuma?! Por que será??
Não sabe ler?? O PR deu uma no cravo e outra na ferradura! (Não admira: o gaspar não pára quieto!)

Nota 1: critiquei o texto sempre dele acompanhado para não ser acusado de descontextualização! Assim, fica demonstrada a honestidade intelectual da crítica!

Nota 2: foi "a céu coberto"...e o larídeo ficou cá fora!









quinta-feira, 18 de abril de 2013

QUAL FOI A PARTE QUE NÃO PERCEBERAM ?

A 10 ou 20 anos, mais "alisamento", menos "alisamento", será que o Povo aguenta?! Podem negociar o que quiserem com troicas e outros "malvados" quejandos...as contas simples da aritmética da Senhora Dª Amélia dão os resultados que seguem - entenda-se: SÓ a parte da DÍVIDA dita PÚBLICA, ou seja, sem contar com o acervo habitual de impostos e demais espoliações que o louco - por evidência - (de obsessão - doença do foro psiquiátrico catalogada) nos vai impondo por via da democracia que temos que não há meio de o descolar! E o hierático ainda lhe reafirma confiança!!!! O que andam a negociar é um ROUBO, e depois chamam-lhe ajustamento! "-Puta qu'os pariu!" diria o Zé...se o deixassem falar sobre a senhora que os pôs! Nem o Salazar foi tão longe! E ainda há quem o defenda e mais ao nosso senhor de belém!

O patrício consegue pagar isto e os demais impostos?! Relembre só os valores médios mensais a pagar para esta dívida "pública"! Fora impostos! E aguenta?!

E querem reuniões de urgência? P'ra quê? Qual é a pressa? É altura de dizer que isto é IMPAGÁVEL! (ao etíope, ao careca e ao estrangeiro!). Que Auschwitz não é aqui! E que repetições dão direito a uma cadeirinha no Tribunal de Haia! (Ou isto não é extermínio?!)

Saúde!



Dívida Pública=
Juro 189 731 044 440
0,043 Anuidade Juros a pagar Total a pagar Mensal/Família
1 18 973 104 444 7 342 591 420 26 315 695 864 877,19
2 18 973 104 444 6 526 747 929 25 499 852 373 850,00
3 18 973 104 444 5 710 904 438 24 684 008 882 822,80
4 18 973 104 444 4 895 060 947 23 868 165 391 795,61
5 18 973 104 444 4 079 217 455 23 052 321 899 768,41
6 18 973 104 444 3 263 373 964 22 236 478 408 741,22
7 18 973 104 444 2 447 530 473 21 420 634 917 714,02
8 18 973 104 444 1 631 686 982 20 604 791 426 686,83
9 18 973 104 444 815 843 491 19 788 947 935 659,63
10 18 973 104 444 0 18 973 104 444 632,44
36 712 957 099 226 444 001 539
Juro efectivo= 19,35% 119,35%
A pagar/português= 22 644,40
A pagar/família= 90 577,60
Mensal/Família= 754,81
Juro= Dívida Pública=
0,043 189 731 044 440 População = 10.000.000 Famílias = 2.500.000
Anos Anuidade Juros A pagar Mensal/Família
1 9 486 552 222 7 750 513 165,37 17 237 065 387,37 574,57
2 9 486 552 222 7 342 591 419,83 16 829 143 641,83 560,97
3 9 486 552 222 6 934 669 674,28 16 421 221 896,28 547,37
4 9 486 552 222 6 526 747 928,74 16 013 300 150,74 533,78
5 9 486 552 222 6 118 826 183,19 15 605 378 405,19 520,18
6 9 486 552 222 5 710 904 437,64 15 197 456 659,64 506,58
7 9 486 552 222 5 302 982 692,10 14 789 534 914,10 492,98
8 9 486 552 222 4 895 060 946,55 14 381 613 168,55 479,39
9 9 486 552 222 4 487 139 201,01 13 973 691 423,01 465,79
10 9 486 552 222 4 079 217 455,46 13 565 769 677,46 452,19
11 9 486 552 222 3 671 295 709,91 13 157 847 931,91 438,59
12 9 486 552 222 3 263 373 964,37 12 749 926 186,37 425,00
13 9 486 552 222 2 855 452 218,82 12 342 004 440,82 411,40
14 9 486 552 222 2 447 530 473,28 11 934 082 695,28 397,80
15 9 486 552 222 2 039 608 727,73 11 526 160 949,73 384,21
16 9 486 552 222 1 631 686 982,18 11 118 239 204,18 370,61
17 9 486 552 222 1 223 765 236,64 10 710 317 458,64 357,01
18 9 486 552 222 815 843 491,09 10 302 395 713,09 343,41
19 9 486 552 222 407 921 745,55 9 894 473 967,55 329,82
20 9 486 552 222 0,00 9 486 552 222,00 316,22
189 731 044 440 77 505 131 653,74 267 236 176 093,74
Juro efectivo= 40,85%
Média total a pagar/Português= 26 723,62
Média total a pagar/Família= 106 894,47
Média Mensal/Família= 445,39